segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sétimo Passo

O SÉTIMO PASSO

Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições

“Quem já esteve gravemente doente ou machucado sabe o que é precisar dos outros. É verdade, humilhante quando estamos no leito de doente, incapazes de nos mover e de cuidar de nós mesmos. Até a necessidade mais simples precisa ser satisfeita por outra pessoa. Quando chegamos ao Sétimo Passo, percebemos que estamos em um leito de doente e só Deus pode satisfazer nossas necessidades. Até agora, todos os passos reforçaram o mesmo tema: Somos incapazes, mas Deus é capaz. Assim, enquanto estamos desamparados e humildes no leito de nossa doença, rogamos: 'Elimina minhas imperfeições'.” (Doze Passos para os Cristãos — jornada espiritual com amor-exigente)
“Já que este passo trata tão especificamente da humildade, devemos fazer uma pausa aqui para pensar o que é a humildade e o que a sua prática poderá significar para nós.
Realmente, conseguir maior humildade é o princípio fundamental de cada um dos Doze Passos de A.A., pois sem um certo grau de humildade, nenhum alcoólico poderá permanecer sóbrio. Além disso, quase todos os AAs descobriram que sem desenvolver esta preciosa virtude além do estritamente necessário à sobriedade, não terão muita probabilidade de serem felizes. Sem ela, não podem viver uma vida de muita utilidade ou, com os contratempos, convocar a fé que enfrenta qualquer emergência.” (Os Doze Passos e as Doze Tradições)


SÉTIMA TRADIÇÃO

Todos os grupos de A.A. Deverão ser absolutamente autossuficientes, rejeitando quaisquer doações de fora.

Os grupos de A.A. Devem ser inteiramente autofinanciados pelas contribuições voluntárias de seus próprios membros. Acreditamos que cada grupo deve atingir, em pouco tempo, esse ideal; que qualquer solicitação de fundos usando-se o nome de A.A. é altamente perigosa, seja ela feita por grupo, clubes, hospitais ou outros agentes exteriores; que a aceitação de grandes donativos de qualquer fonte ou de contribuições que acarretem quaisquer obrigações é desaconselhável. Vemos ainda com muita preocupação aquelas tesourarias de A.A. Que continuam a acumular além da reserva prudente, fundos sem um propósito específico. A experiência tem nos mostrado, frequentemente, que nada pode destruir nosso patrimônio espiritual com tanta certeza, como as discussões fúteis sobre propriedade, dinheiro e autoridade.
(Os Doze Passos e as Doze Tradições)


A SÉTIMA PROMESSA

Perderemos o interesse pelas coisas egoístas e ganharemos interesse pelos nossos semelhantes.

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