segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 16/01

16 DE JANEIRO
ATINGINDO O FUNDO

Por que toda esta insistência que todo A.A. deve atingir primeiro o fundo do poço? A resposta é que poucas pessoas tentarão praticar o programa de A.A. sinceramente, a menos que tenham chegado ao fundo. Pois praticar os restantes onze Passos do programa, significa a adoção de atitudes e ações que quase nenhum alcoólico que está ainda bebendo pode sonhar em fazer.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.19 e 20

    Atingindo o fundo do poço minha mente abriu e fiquei disposto a tentar algo diferente. O que tentei foi A.A. Minha nova vida em A.A. pode-se comparar como aprender a andar de bicicleta pela primeira vez: A.A. tornou-se minha bicicleta de treinamento e minha mão de apoio. Não é que eu desejasse tanto a ajuda; simplesmente não queria voltar a sofrer essas coisas novamente. Meu desejo de evitar voltar ao fundo novamente foi mais forte que meu desejo de beber. No começo isso foi que me manteve sóbrio. Porém, após algum tempo, descobri a mim mesmo trabalhando os Passos o melhor que podia. Em breve percebi que minhas atitudes e ações estavam mudando aos poucos. Um Dia de Cada Vez, senti-me bem comigo mesmo, com os outros, e minhas feridas começaram a cicatrizar. Agradeço a Deus pela bicicleta de treinamento e a mão de apoio que escolhi chamar de Alcoólicos Anônimos.

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Meditação do dia:
Agora que não frequentamos mais bares e bordéis, agora que levamos o salário para casa, agora que somos tão ativos em A.A. e que as pessoas nos parabenizam por esses sinais de progresso – bem, naturalmente passamos a nos congratular com nós mesmos. E todavia podemos não estar ao alcance da humildade.” (O Melhor de Bill, p.37)


Daily Reflections:
JANUARY 16

HITTING BOTTOM

Why all this insistence that every A.A. must hit bottom first? The answer is that few people will sincerely try to practice the A.A. program unless they have hit bottom. For practicing A.A.'s remaining eleven Steps means the adoption of attitudes and actions that almost no alcoholic who is still drinking can dream of taking.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 24


Hitting bottom opened my mind and I became willing to try something different. What I tried was A.A. My new life in the Fellowship was a little like learning how to ride a bike for the first time: A.A. became my training wheels and my supporting hand. It's not that I wanted the help so much at the time; I simply did not want to hurt like that again. My desire to avoid hitting bottom again was more powerful than my desire to drink. In the beginning that was what kept me sober. But after a while I found myself working the Steps to the best of my ability. I soon realized that my attitudes and actions were changing—if ever so slightly. One Day at a Time, I became comfortable with myself, and others, and my hurting started to heal. Thank God for the training wheels and supporting hand that I choose to call Alcoholics Anonymous.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 15/01

15 DE JANEIRO

UM RECURSO INTERIOR DESCONHECIDO

Com poucas exceções, nossos membros descobrem que tinham tocado num recurso interior desconhecido, o qual eles em breve identificam com sua própria concepção de um Poder Superior a eles mesmos.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.194 ou p.211

   Desde os meus primeiros dias em A.A., enquanto lutava pela sobriedade, encontrei esperança nessas palavras de nossos cofundadores. Muitas vezes ponderei sobre a frase: “Eles tocaram num recurso interior desconhecido”. Como? Perguntava a mim mesmo, posso encontrar o Poder dentro de mim, quando sou tão impotente? No tempo certo, como os cofundadores prometeram, despertou em mim: sempre tive a escolha entre a bondade e o mal, entre o altruísmo e o egoísmo, entre a serenidade e o medo. Esse Poder Superior a mim mesmo é uma dádiva original que eu não reconhecia até conseguir uma sobriedade diária vivendo através dos Doze Passos de A.A.

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Meditação do dia:
Hoje em dia a grande maioria dos alcoólicos acolhe bem qualquer nova luz que possa ser lançada sobre a misteriosa e complexa doença do alcoolismo.”
(Na Opinião do Bill, p.45)


Daily Reflection:
JANUARY 15

AN UNSUSPECTED INNER RESOURCE

With few exceptions our members find that they have tapped an unsuspected inner resource which they presently identify with their own conception of a Power greater than themselves
ALCOHOLICS ANONYMOUS, pp. 567-68


From my first days in A.A., as I struggled for sobriety, I found hope in these words from our founders. I often pondered the phrase: "they have tapped an unsuspected inner resource." How, I asked myself, can I find the Power within myself, since I am so powerless? In time, as the founders promised, it came to me: I have always had the choice between goodness and evil, between unselfishness and selfishness, between serenity and fear. That Power greater than myself is an original gift that I did not recognize until I achieved daily sobriety through living A.A.'s Twelve Steps.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.:14/01

14 DE JANEIRO

SEM REMORSOS

Nós não lamentaremos o passado, nem nos recusaremos a enxergá-lo.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.103 ou p.112

   Uma vez sóbrio, comecei a ver como a minha vida foi desperdiçada e experimentei uma culpa esmagadora e sentimentos de remorso. O Quarto e o Quinto Passos do programa ajudaram-me enormemente aliviar aqueles problemas de remorsos.
   Aprendi que meu egocentrismo e minha desonestidade vinham muito da minha maneira de beber, e que eu bebia porque era um alcoólico. Agora vejo que mesmo as minhas experiências mais repugnantes do passado podem se transformar em ouro, porque, como um alcoólico sóbrio, posso compartilhá-las para ajudar meus companheiros alcoólicos, principalmente os que estão chegando.
Sóbrio por muitos anos em A.A., não tenho mais remorsos pelo passado; sou simplesmente cheio de gratidão por estar consciente do amor de Deus e da ajuda que posso dar aos outros na Irmandade.

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Meditação do dia:
Nos primeiros dias de A.A. eu não me preocupava muito com áreas de minha vida nas quais estava inativo. Havia sempre o álibi: ‘Afinal de contas – dizia a mim mesmo – estou muito ocupado com assuntos mais importantes.’ Essa era minha receita quase perfeita para obter bem-estar e complacência.”
(Na Opinião do Bill, p.25)


Daily Reflection:
JANUARY 14
NO REGRETS

We will not regret the past nor wish to shut the door on it.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 83


Once I became sober, I began to see how wasteful my life had been and I experienced overwhelming guilt and feelings of regret. The program's Fourth and Fifth Steps assisted me enormously in healing those troubling regrets. I learned that my self-centeredness and dishonesty stemmed largely from my drinking and that I drank because I was an alcoholic. Now I see how even my most distasteful past experiences can turn to gold because, as a sober alcoholic, I can share them to help my fellow alcoholics, particularly newcomers. Sober for several years in A.A., I no longer regret the past; I am simply grateful to be conscious of God's love and of the help I can give to others in the Fellowship.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 13/01

13 DE JANEIRO

NÃO ACONTECE DA NOITE PARA O DIA

Nós não estamos curados do alcoolismo. O que realmente temos é um indulto diário dependendo da manutenção de nossa condição espiritual.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.104 ou p.113 e 114

   A fantasia alcoólica mais comum parece ser: “Se eu apenas não beber, tudo ficará bem.” Desde que a névoa clareou para mim, vi – pela primeira vez – a confusão que tinha se tornado em minha vida. Tinha problemas familiares, no trabalho, financeiros e legais; estava agarrado a velhas ideias religiosas; havia aspectos do meu caráter que eu não queria ver porque eles me convenceriam facilmente que eu estava sem esperanças e me empurrariam novamente para a fuga. O Livro Grande* guiou-me na resolução de todos os meus problemas. Mas não aconteceu da noite para o dia – e com certeza não foi automático – sem nenhum esforço de minha parte. Preciso sempre reconhecer a compaixão de Deus e suas bênçãos, que iluminam qualquer problema que tenho de enfrentar.
(*) Alcoólicos Anônimos (o “Big Book ”; também chamado: Livro Azul)

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Meditação do dia:
Agora que estamos em A.A., sóbrios e ganhando de novo a estima de nossos amigos e companheiros de trabalho, descobrimos que ainda precisamos exercer severa vigilância sobre nós mesmos.” (Na Opinião do Bill, p.19)


Daily Reflection:
JANUARY 13

IT DOESN'T HAPPEN OVERNIGHT

We are not cured of alcoholism. What we really have is a daily reprieve contingent on the maintenance of our spiritual condition.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 85

The most common alcoholic fantasy seems to be: "If I just don't drink, everything will be all right." Once the fog cleared for me, I saw—for the first time—the mess my life had become. I had family, work, financial and legal problems; I was hung up on old religious ideas; there were sides of my character to which I was inclined to stay blind because they easily could have convinced me that I was hopeless and pushed me toward escape again. The Big Book guided me in resolving all of my problems. But it didn't happen overnight—and certainly not automatically— with no effort on my part. I need always to recognize God's mercy and blessings that shine through any problem I have to face.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 12/01

12 DE JANEIRO

ACEITANDO NOSSAS CIRCUNSTÂNCIAS ATUAIS

    Nosso primeiro problema é aceitar nossas circunstâncias atuais como elas são, a nós mesmos como somos e as pessoas em torno de nós como elas são. Isto é adotar uma humildade realista, sem a qual não se pode nem mesmo começar a realizar progressos. Novamente precisamos voltar a este desagradável ponto de partida. É um exercício de aceitação que podemos praticar com vantagens todos os dias de nossas vidas.
   Desde que evitemos, arduamente, tornar este levantamento realista dos fatos da vida em desculpas irreais para a apatia e o derrotismo, eles podem ser o alicerce seguro sobre o qual podem ser construídos uma saúde emocional aumentada e, portanto, o progresso espiritual.

NA OPINIÃO DO BILL, p.44

   Quando estou tendo uma fase difícil para aceitar pessoas, lugares ou acontecimentos, volto a esta passagem, o que me alivia bastante do medo subjacente, em relação aos outros, ou às situações que a vida me apresenta. O pensamento me permite ser humano e não perfeito, e recobrar a minha paz de espírito.

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Meditação do dia:
Uma luz clara parece descer sobre nós – quando abrimos os olhos. Uma vez que nossa cegueira é causada por nossos próprios defeitos, precisamos conhecê-los a fundo. A meditação construtiva é o primeiro requisito para cada novo passo em nosso crescimento espiritual.” (Na Opinião do Bill, p.10)


Daily Reflection:
JANUARY 12

ACCEPTING OUR PRESENT CIRCUMSTANCES

Our very first problem is to accept our present circumstances as they are, ourselves as we are, and the people about us as they are. This is to adopt a realistic humility without which no genuine advance can even begin. Again and again, we shall need to return to that unflattering point of departure. This is an exercise in acceptance that we can profitably practice every day of our lives.
   Provided we strenuously avoid turning these realistic surveys of the facts of life into unrealistic alibis for apathy or defeatism, they can be the sure foundation upon which increased emotional health and therefore spiritual progress can be built.

AS BILL SEES IT, p. 44


When I am having a difficult time accepting people, places or events, I turn to this passage and it relieves me of many an underlying fear regarding others, or situations life presents me. The thought allows me to be human and not perfect, and to regain my peace of mind.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 11/01

11 DE JANEIRO

O PASSO 100%

Somente o Primeiro Passo, onde admitimos inteiramente que somos impotentes perante o álcool, pode ser praticado com absoluta perfeição.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.60

   Muito antes de conseguir alcançar a sobriedade em A.A., eu sabia, sem nenhuma dúvida que o álcool estava me matando, mas, mesmo com esse conhecimento, fui incapaz de parar de beber. Assim, quando encarei o Primeiro Passo, foi fácil admitir que me faltava força para não beber. Mas, que tinha perdido o domínio de minha vida? Nunca. Cinco meses após ter chegado em A.A. estava bebendo novamente e imaginando por quê.
   Mais tarde, de volta a A.A. e sentindo a dor de minhas feridas, aprendi que o Primeiro Passo é o único que pode ser praticado 100%. e que a única maneira para praticá-lo é aceitar esse passo 100%. Desde então, já se passaram muitas 24 horas e não precisei praticar novamente o Primeiro Passo.

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Meditação do dia:
Com respeito ao assunto das recaídas, eu não me sentiria muito desencorajado. Acho que você está sofrendo muito por causa de um sentimento de culpa desnecessário. Por qualquer razão, o Senhor traçou caminhos mais difíceis para alguns de nós, e suponho que você está palmilhando um deles. Deus não nos pede que tenhamos êxito; Ele pede que tentemos. Isso você está certamente fazendo.” (Na Opinião do Bill, p.11)


Daily Reflection:
JANUARY 11

THE 100% STEP

Only Step One, where we made the 100 percent admission we were powerless over alcohol can be practiced with
absolute perfection.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 68

Long before I was able to obtain sobriety in A.A., I knew without a doubt that alcohol was killing me, yet even with this knowledge, I was unable to stop drinking. So, when faced with Step One, I found it easy to admit that I lacked the power to not drink. But was my life unmanageable? Never! Five months after coming into A.A., I was drinking
again and wondered why.

    Later on, back in A.A. and smarting from my wounds, I learned that Step One is the only Step that can be taken 100%. And that the only way to take it 100% is to take 100% of the Step. That was many twenty-four hours ago and I haven't had to take Step One again.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 10/01


10 DE JANEIRO
PERMANECEMOS UNIDOS

Aprendemos que precisávamos admitir, do fundo de nossos corações, que éramos alcoólicos. Este é o Primeiro Passo para a recuperação. É preciso destruir a ilusão de que somos, ou poderemos ser, como as outras pessoas.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.53 ou p.59

   Procurei Alcoólicos Anônimos porque era incapaz de controlar minha maneira de beber. Foram as reclamações de minha mulher, ou talvez do delegado que me forçou a ir às reuniões de A.A., ou ainda no íntimo do meu próprio ser sentisse que não podia beber como os outros; mas não queria admitir, porque essa alternativa me aterrorizava. Alcoólicos Anônimos é uma irmandade de homens e mulheres unidos contra uma doença comum e fatal. Nossas vidas estão ligadas umas com as outras, como os sobreviventes num barco salva-vidas no mar. Se trabalharmos juntos, chegaremos salvos à praia.
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Meditação do dia:
E foi assim: um bêbado falando com outro, porque quem estava falando precisava também da mensagem. Primeiro explanei as ideias do Dr. Silkworth sobre o alcoolismo: que ele era de fato uma doença, como o corpo desenvolvia uma obsessão, a que ele chamava de alergia e, pior ainda, como a mente e as emoções começavam a ser dominadas por uma compulsão que nos condenava a continuar bebendo até ficarmos loucos ou morrer”.
(Bill W. — cena do documentário: Bill conta sua própria história)


Daily Reflection:
JANUARY 10

UNITED WE STAND

We learned that we had to fully concede to our innermost selves that we were alcoholics. This is the first step in recovery. The delusion that we are like other people, or presently may be, has to be smashed.

ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 30

I came to Alcoholics Anonymous because I was no longer able to control my drinking. It was either my wife's complaining about my drinking, or maybe the sheriff forced me to go to A.A. meetings, or perhaps I knew, deep down inside, that I couldn't drink like others, but I was unwilling to admit it because the alternative terrified me. Alcoholics Anonymous is a fellowship of men and women united against a common, fatal disease. Each one of our lives is linked to every other, much like the survivors on a life raft at sea. If we all work together, we can get safely to shore.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 09/01


9 DE JANEIRO
UM ATO DA PROVIDÊNCIA

Realmente é difícil admitir que, com um copo na mão, temos convertido nossas mentes numa obsessão tão grande por beber destrutivamente que somente um ato da Providência pode removê-la de nós.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.17

   Meu ato da Providência (manifestação de cuidado e direção divina), veio quando experimentei a falência total do alcoolismo ativo – tudo que tinha algum significado em minha vida havia ido embora. Telefonei para Alcoólicos Anônimos e, a partir daquele instante, minha vida nunca foi a mesma. Quando penso naquele momento tão especial, sei que Deus estava agindo em minha vida bem antes que eu fosse capaz de conhecer e aceitar conceitos espirituais. O copo foi arriado através desse único ato da Providência e minha jornada pela sobriedade começou. Minha vida continua se expandindo com o cuidado e a direção divina. O Primeiro Passo, no qual admiti que era impotente perante o álcool, que tinha perdido o domínio de minha vida, tornou-se mais um significado para mim – um dia de cada vez — na salvadora de vidas, vivificante irmandade de Alcoólicos Anônimos.
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Meditação do dia:
Descobrimos que Deus não impõe condições árduas aos que O buscam. Para nós, o reino do Espírito é amplo e espaçoso; não é privativo nem vedado aos que o busquem sinceramente. Acreditamos que ele esteja aberto a todos.”
(Na Opinião do Bill, p.7)

Daily Reflection:
JANUARY 9

AN ACT OF PROVIDENCE

It is truly awful to admit that, glass in hand, we have warped our minds into such an obsession for destructive drinking that only an act of Providence can remove it from us.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 21

My act of Providence, (a manifestation of divine care and direction), came as I experienced the total bankruptcy of active alcoholism—everything meaningful in my life was gone. I telephoned Alcoholics Anonymous and, from that instant, my life has never been the same. When I reflect on that very special moment, I know that God was working in my life long before I was able to acknowledge and accept spiritual concepts. The glass was put down through this one act of Providence and my journey into sobriety began. My life continues to unfold with divine care and direction. Step One, in which I admitted I was powerless over alcohol, that my life had become unmanageable, takes on more meaning for me—one day at a time—in the life-saving, life-giving Fellowship of Alcoholics Anonymous.


domingo, 8 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 08/01


8 DE JANEIRO
EU TENHO UMA ESCOLHA?

O fato é que muitos alcoólicos, por razões ainda desconhecidas, perderam o poder de escolha com relação à bebida. Nossa tão falada força de vontade torna-se praticamente inexistente.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.47 ou p.54

   Minha impotência perante o álcool não cessa quando paro de beber. Mesmo na sobriedade não tenho escolha: Eu não posso beber.
   A escolha que tenho de fato é de recorrer e usar “o estojo de ferramentas espirituais” (Alcoólicos Anônimos, p. 48 ou p. 55). Quando faço isto, meu Poder Superior me alivia de minha falta de escolha – e me mantém sóbrio por mais um dia. Se eu pudesse escolher não tomar uma bebida hoje, onde estaria então minha necessidade de A.A. ou de um Poder Superior?
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Meditação do dia:
Reforçado por um pouco de Graça que podia garantir através da oração, constatei que tinha que dispender cada grama de força de vontade e ação para romper essas dependências emocionais falhas em relação a A.A. e, na verdade, em relação a qualquer conjunto de circunstâncias que fosse.”
(O Melhor de Bill, p.50 e 51)

Daily Reflection:

JANUARY 8
DO I HAVE A CHOICE?

The fact is that most alcoholics, for reasons yet obscure, have lost the power of choice in drink. Our so-called will power becomes practically nonexistent.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 24

My powerlessness over alcohol does not cease when I quit drinking. In sobriety I still have no choice—I can't drink.

   The choice I do have is to pick up and use the "kit of spiritual tools" (Alcoholics Anonymous, p. 25). When I do that, my Higher Power relieves me of my lack of choice— and keeps me sober one more day. If I could choose not to pick up a drink today, where then would be my need for A.A. or a Higher Power?

sábado, 7 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 07/01

7 DE JANEIRO
NO PONTO CRUCIAL

As meias medidas de nada nos ajudaram. Ficamos no ponto crucial. Entregando-nos totalmente e pedimos Sua proteção e cuidado.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.80 ou p.88

   Todos os dias eu me encontro em momentos decisivos. Meus pensamentos e ações podem impelir-me para o crescimento ou levar-me de volta para os velhos hábitos e a bebida. Algumas vezes os momentos decisivos são começos, como quando decido começar a elogiar, ao invés de condenar alguém. Ou quando começo a pedir ajuda ao invés de fazer as coisas sozinho. Outras vezes momentos decisivos são pontos finais, como quando vejo claramente a necessidade de parar ressentimentos apodrecidos ou egoísmos aleijantes. Muitos defeitos me tentam diariamente; logo, todo dia também tenho oportunidade de tomar conhecimento deles. De uma forma ou de outra meus defeitos de caráter aparecem diariamente: autocondenação, raiva, fuga, orgulho, desejo de vingança ou grandiosidade.
  Tentar meias medidas para eliminar estes defeitos apenas paralisa meus esforços para mudar. Somente quando peço que Deus me ajude, com total entrega, é que me torno disposto – e capaz – para mudar.
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Meditação do dia:
Meu Deus, como foi doloroso tentar exigir o impossível e como doeu descobrir, finalmente, que havíamos colocado o carro adiante dos bois durante todo esse tempo! Veio então a agonia final de perceber o quão pavorosamente errados tínhamos sido, mas ainda assim nos descobrimos incapazes de pular fora do carrossel emocional.”
(O Melhor de Bill, p.48)

Daily Reflection:
JANUARY 7
AT THE TURNING POINT

Half measures availed us nothing. We stood at the turning point. We asked His protection and care with complete abandon.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 59

   Every day I stand at turning points. My thoughts and actions can propel me toward growth or turn me down the road to old habits and to booze. Sometimes turning points are beginnings, as when I decide to start praising, instead of condemning someone. Or when I begin to ask for help instead of going it alone. At other times turning points are endings, such as when I see clearly the need to stop festering resentments or crippling self-seeking. Many shortcomings tempt me daily; therefore, I also have daily opportunities to become aware of them. In one form or another, many of my character defects appear daily: selfcondemnation, anger, running away, being prideful, wanting to get even, or acting out of grandiosity.

   Attempting half measures to eliminate these defects merely paralyzes my efforts to change. It is only when I ask God for help, with complete abandon, that I become willing—and able—to change.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 06/01

6 DE JANEIRO
A VITÓRIA DA RENDIÇÃO

Percebemos que somente através da derrota total somos capazes de dar os primeiros passos na direção da libertação e da força. Nossa admissão de impotência pessoal finalmente produz o alicerce firme sobre o qual vidas felizes e significativas podem ser construídas.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.17

    Quando o álcool influenciava cada faceta de minha vida, quando as garrafas tornaram-se o símbolo de toda a minha autoindulgência e permissividade, quando vim a perceber que, por mim mesmo, não podia fazer nada para vencer o poder do álcool, percebi que não tinha outro recurso a não ser a rendição. Na rendição encontrei a vitória – vitória sobre minha egoística autoindulgência, vitória sobre minha resistência teimosa à vida como ela era dada para mim. Quando parei de lutar contra tudo e contra todos, comecei a caminhada para a sobriedade, serenidade e paz.
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Meditação do dia:
... quando um indivíduo se rende, a habilidade de aceitar a realidade funciona num nível inconsciente e a tensão desaparece...” (Dr. Tiebout)

Daily Reflection:
JANUARY 6
THE VICTORY OF SURRENDER

We perceive that only through utter defeat are we able to take our first steps toward liberation and strength. Our admissions of personal powerlessness finally turn out to be firm bedrock upon which happy and purposeful lives may be built.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 21

When alcohol influenced every facet of my life, when bottles became the symbol of all my self-indulgence and permissiveness, when I came to realize that, by myself, I could do nothing to overcome the power of alcohol, I realized I had no recourse except surrender. In surrender I found victory—victory over my selfish self-indulgence, victory over my stubborn resistance to life as it was given to me. When I stopped fighting anybody or anything, I started on the path to sobriety, serenity and peace.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 05/01














5 DE JANEIRO
ACEITAÇÃO TOTAL

Ele não pode imaginar a vida sem álcool. Algum dia será incapaz de imaginar a vida com álcool ou sem ele. Então conhecerá a solidão como poucos. Estará no fim da linha. Desejará o fim.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, Cap. 11; §3

    Somente um alcoólico pode entender o exato significado duma declaração como esta. O padrão duplo que me manteve preso como um alcoólico ativo também me encheu de terror e confusão: “Se eu não beber eu vou morrer”, competia com “Se continuar bebendo, isto vai me matar”. Ambos os pensamentos compulsivos sempre me puxavam mais para o fundo. Esse fundo produziu uma aceitação total de meu alcoolismo – sem qualquer reserva – e algo que foi absolutamente essencial para minha recuperação. Foi um dilema diferente de qualquer coisa com a qual tivesse me deparado antes, mas, como descobri mais tarde, era algo necessário para ter sucesso no programa.
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Meditação do dia:
Como alcoólicos ativos, perdemos a capacidade de escolher se beberíamos ou não. Éramos vítimas de uma compulsão que parecia determinar que deveríamos prosseguir em nossa própria destruição. No entanto, finalmente, fizemos escolhas que nos levaram à recuperação. Viemos a acreditar que sós éramos impotentes perante o álcool. Isso foi certamente um escolha, aliás muito difícil.” (Na Opinião do Bill, p.4)

Daily Reflection:

JANUARY 5
TOTAL ACCEPTANCE

He cannot picture life without alcohol Some day he will be unable to imagine life either with alcohol or without it. Then he will know loneliness such as few do. He will be at the jumping-off place. He will wish for the end.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 152

Only an alcoholic can understand the exact meaning of a statement like this one. The double standard that held me captive as an active alcoholic also filled me with terror and confusion: "If I don't get a drink I'm going to die," competed with "If I continue drinking it's going to kill me." Both compulsive thoughts pushed me ever closer to the bottom. That bottom produced a total acceptance of my alcoholism— with no reservations whatsoever—and one that was absolutely essential for my recovery. It was a dilemma unlike anything I had ever faced, but as I found out later on, a necessary one if I was to succeed in this program.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 04/01

4 DE JANEIRO
COMECE ONDE VOCÊ ESTÁ

Sentimos que a eliminação de nossas bebedeiras é apenas um começo.
Bem mais importante é a demonstração de nossos princípios em nossos lares, ocupações e outros assuntos.

Alcoólicos Anônimos, Cap.2;§11

   Normalmente é muito fácil para mim ser agradável com as pessoas no cenário de A.A. Enquanto trabalho para permanecer sóbrio, celebro com meus companheiros de A.A. nossa libertação comum ao inferno da bebida. Frequentemente não é difícil espalhar alegres notícias para meus velhos e novos amigos no programa.
   Porém, em casa ou no trabalho, a história pode ser diferente. É nessas duas situações que tornam-se mais evidentes as pequenas frustrações do dia a dia; onde pode ser difícil sorrir ou dar uma palavra amável ou um ouvido atento. É fora das salas de A.A. que encaro o teste real da eficiência de minha caminhada através dos Doze Passos de A.A.
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Meditação do dia:
Cheguei recentemente à conclusão de que isso pode ser conseguido. Acredito nisso porque comecei a encontrar muitas pessoas perdidas na escuridão – gente como você e eu – começando a obter resultados.” (O Melhor de Bill, p.49)


Daily Reflection:
JANUARY 4

BEGIN WHERE YOU ARE

We feel that elimination of our drinking is but a beginning. A much more important demonstration of our principles lies before us in our respective homes, occupations and affairs.

ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 19

It's usually pretty easy for me to be pleasant to the people in an A.A. setting. While I'm working to stay sober, I'm celebrating with my fellow A.A.S our common release from the hell of drinking. It's often not so hard to spread glad tidings to my old and new friends in the program.
   At home or at work, though, it can be a different story. It is in situations arising in both of those areas that the little day-to-day frustrations are most evident, and where it can be tough to smile or reach out with a kind word or an attentive ear. It's outside of the A.A. rooms that I face the real test of the effectiveness of my walk through A.A.'s Twelve Steps.


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A>: 03/01

3 DE JANEIRO
IMPOTÊNCIA

Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.17

  Não é coincidência que o próprio Primeiro Passo mencione impotência. Uma admissão de impotência pessoal perante o álcool é a pedra fundamental do alicerce da sobriedade.
    Aprendi que não tenho o poder e o controle que uma vez pensei ter. Sou impotente sobre o que as pessoas pensam sobre mim. Sou impotente até por ter perdido o ônibus. Sou impotente sobre como as outras pessoas praticam (ou não praticam) os Passos. Mas, também aprendi que não sou impotente perante algumas coisas. Não sou impotente perante minhas atitudes. Não sou impotente perante a negatividade. Não sou impotente sobre assumir responsabilidade por minha própria sobriedade. Tenho o poder de exercer uma influência positiva sobre mim mesmo, as pessoas que amo e o mundo em que vivo.
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Meditação do dia:
Não devemos nunca nos deixar cegar pela filosofia fútil de que somos vítimas de nossa hereditariedade, de nossa experiência de vida e de nosso meio ambiente – de que essas são as únicas forças que tomam as decisões por nós. Esse não é o caminho para a liberdade. Temos que acreditar que podemos realmente escolher.”
(Na Opinião do Bill, p.4)


Daily Reflection:
JANUARY 3
POWERLESS

We admitted we were powerless over alcohol—that our lives had become unmanageable.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 21

It is no coincidence that the very first Step mentions powerlessness: An admission of personal powerlessness over alcohol is a cornerstone of the foundation of recovery. I've learned that I do not have the power and control I once thought I had. I am powerless over what people think about me. I am powerless over having just missed the bus. I am powerless over how other people work (or don't work) the Steps. But I've also learned I am not powerless over some things. I am not powerless over my attitudes. I am not powerless over negativity. I am not powerless over assuming responsibility for my own recovery. I have the power to exert a positive influence on myself, my loved ones, and the world in which I live.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 02/01

2 DE JANEIRO
PRIMEIRO, O ALICERCE

A sobriedade é tudo que devemos esperar de um despertar espiritual? Não, a sobriedade é apenas um simples começo.
NA OPINIÃO DO BILL, p.8

   Praticar o programa de A.A. é como construir uma casa.
  Primeiro tenho que vazar uma grande e ampla laje de concreto sobre a qual construirei a casa; isso, para mim, foi o equivalente a parar de beber. Mas é muito desconfortável viver sobre uma laje de concreto desprotegido e exposto ao calor, frio, vento e chuva. Assim, eu construí um quarto sobre a laje ao começar a praticar o programa. O primeiro quarto foi vacilante porque eu não estava acostumado ao trabalho. Mas, com o passar do tempo, praticando o programa, aprendi a construir quartos melhores. Quanto mais eu praticava e mais eu construía, mais confortável e feliz ficava a casa em que agora vivo.

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Meditação do dia:
Não existe aí um senso de obrigação; nem existe algum senso de fatalismo. Com a verdadeira rendição inconsciente, a aceitação da realidade significa que o indivíduo pode funcionar dentro dela e com ela. O estado de rendição é verdadeiramente positivo e criativo.” (Dr. Tiebout)


Daily Reflection :
JANUARY 2

FIRST, THE FOUNDATION

Is sobriety all that we can expect of a spiritual awakening? No, sobriety is only a bare beginning.

AS BILL SEES IT, p. 8


Practicing the A.A. program is like building a house. First I had to pour a big, thick concrete slab on which to erect the house; that, to me, was the equivalent of stopping drinking. But it's pretty uncomfortable living on a concrete slab, unprotected and exposed to the heat, cold, wind and rain. So I built a room on the slab by starting to practice the program. The first room was rickety because I wasn't used to the work. But as time passed, as I practiced the program, I learned to build better rooms. The more I practiced, and the more I built, the more comfortable, and happy, was the home I now have to live in.

domingo, 1 de janeiro de 2017

O Primeiro Passo


O PRIMEIRO PASSO


 Admitimos que éramos impotentes perante o álcool –
que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.

 
Quem se dispõe a admitir a derrota completa? Quase ninguém, é claro. Todos os instintos naturais gritam contra a ideia da impotência pessoal. É verdadeiramente terrível admitir que, com o copo na mão, temos convertido nossas mentes numa tal obsessão pelo beber destrutivo, que somente um ato da Providência pode removê-la.
    Porém, ao ingressar em A.A., logo encaramos essa humilhação absoluta de uma maneira bem diferente. Percebemos que somente através da derrota total é que somos capazes de dar os primeiros passos em direção à liberdade e ao poder. Nossa admissão de de impotência pessoal acaba por tornar-se o leito de rocha firme sobre o qual poderão ser construídas vidas felizes e significativas.
Sob a chicotada do alcoolismo, somos impelidos ao A.A., e ali descobrimos a fatalidade de nossa situação. Nessa hora, e somente nessa hora, é que nos tornamos tão receptivos a sermos convencidos e tão dispostos a escutar como os que se encontram à beira da morte. Prontificamo-nos a fazer qualquer coisa que nos livre da obsessão impiedosa.”

(Condensado de: Os Doze Passos e as Doze Tradições)


Primeira Tradição

Nosso bem-estar comum deve estar em primeiro lugar; a reabilitação individual depende da unidade de A.A.

Primeiro Conceito
A responsabilidade final e a autoridade suprema pelos serviços mundiais de A.A. devem sempre recair sobre a consciência coletiva de toda a nossa Irmandade.

Primeira Promessa
Vamos conhecer uma nova liberdade e felicidade.


ORAÇÃO DA SERENIDADE

Concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar; Coragem para modificar aquelas que podemos e Sabedoria para distinguir umas das outras.





Reflexões Diárias de A.A.: 01/01

1 DE JANEIRO
EU SOU UM MILAGRE”

O fato central de nossas vidas hoje é a absoluta certeza de que o Criador entrou em nossos corações, de maneira realmente milagrosa, fazendo por nós o que nunca poderíamos fazer por nós mesmos.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 48 ou p. 55

   Realmente este é um fato na minha vida hoje, e um milagre real. Eu sempre acreditei em Deus, mas nunca pude dar um significado a esta crença.
   Graças a Alcoólicos Anônimos, agora confio e conto com Deus como eu O entendo: estou sóbrio hoje graças a isto!
    Aprender a confiar e a contar com Deus foi algo que eu nunca poderia fazer sozinho.
Agora acredito em milagres porque eu sou um!

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Meditação do dia:
Nada poderia incrementar com mais segurança nossas comunicações interpessoais com Deus.
Um assim chamado incrédulo fez-me ver isso muito claramente, há alguns anos atrás.”
(O Melhor de Bill, p.8)


Daily Reflection:
JANUARY 1
"I AM A MIRACLE"

The central fact of our lives today is the absolute certainty that our Creator has entered into our hearts and lives in a way which is indeed miraculous. He has commenced to accomplish those things for us which we could never do by ourselves.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p.25


This truly is a fact in my life today, and a real miracle. I always believed in God, but could never put that belief meaningfully into my life. Today, because of Alcoholics Anonymous, I now trust and rely on God, as I understand Him; I am sober today because of that! Learning to trust and rely on God was something I could never have done alone. I now believe in miracles because I am one!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Preparação para o Primeiro Passo


Preparação para o Primeiro Passo

PREPARAÇÃO PARA O PRIMEIRO PASSO

A forma como controlamos nossa vida coloca-nos em situação angustiosa. Chegamos ao fim do poço. Nossos meios e nossos esforços nos falham. A essa altura, o Primeiro Passo dá a orientação necessária para nossa falta de domínio. Preparamo-nos percebendo que esse é o primeiro passo de uma viagem espiritual para a integridade. Esse passo nos faz parar. Põe um fim em nossos esforços e nos dá permissão para desistir.

ORAÇÃO PARA O PRIMEIRO PASSO

Hoje, peço ajuda para minha recuperação. Sinto-me um pouco perdido e estou muito inseguro de mim mesmo. A negação impediu-me de ver como sou impotente e como perdi o domínio sobre minha vida. Preciso aprender e lembrar que não posso controlar minha vida nem a dos outros. Também preciso lembrar que a melhor coisa a fazer neste momento é renunciar. Escolho renunciar — admito que sou impotente e perdi o domínio sobre minha vida.

(De: Doze Passos para o Cristão – Jornada Espiritual com Amor-Exigente)


Feliz ANO NOVO

A natureza exata dos nossos conflitos – o pensamento - é uma resposta irrefletida do acúmulo das nossas experiências armazenadas na memória, tanto individual como coletiva, particular ou racial, consciente ou inconsciente, por isso que a doença é física, por afetar as células da memória. Portanto, nosso pensamento nunca está no só por hoje, no agora; ele é fruto do passado projetando-se num futuro imaginário. Não pode haver uma nova maneira de viver através da ação do pensamento condicionado, uma vez que o pensamento é uma resultante do “velho”, do “conhecido”. O pensamento é sempre resposta do passado com todos os seus condicionamentos, tradições, crenças, moral, experiências e acúmulos pessoais e coletivos. O pensamento nunca poderá renovar a si mesmo e é aí que reside a nossa verdadeira impotência.
(sobre o Primeiro Passo)



QUE TENHAMOS UM 2017 PLENO DE SOBRIEDADE E ESPIRITUALIDADE