sexta-feira, 18 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 18/04

18 DE ABRIL
 HONESTIDADE PRÓPRIA

A decepção dos outros está quase sempre enraizada na decepção de nós mesmos... Quando somos honestos com uma outra pessoa, isso confirma que temos sido honestos conosco e com Deus.

NA OPINIÃO DO BILL, p.17

   Quando eu bebia, enganava a mim mesmo sobre a realidade, corrigindo-a para que fosse como eu queria. Enganar os outros é um defeito de caráter – mesmo exagerando um pouco a verdade ou retificando os meus motivos para que os outros pensem bem de mim. Meu Poder Superior pode remover este defeito de caráter, mas primeiro tenho que ajudar a tornar-me disposto a receber essa ajuda, não enganando mais ninguém. Preciso lembrar-me todo dia que ao enganar a mim mesmo estou me predispondo ao fracasso ou ao desapontamento na vida e em Alcoólicos Anônimos. Um íntimo e honesto relacionamento com um Poder Superior é a única base sólida que encontrei para ser honesto comigo e com os outros.
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Meditação do dia:
No entanto, esse pequeno fragmento de virtude facilmente conquistado gerou algumas responsabilidades interessantes.”
(O Melhor de Bill, p.24)


Daily Reflection




APRIL 18
SELF-HONESTY


The deception of others is nearly always rooted in the deception of ourselves. . . . When we are honest with another person, it confirms that we have been honest with ourselves and with God.
AS BILL SEES IT, p. 17


When I was drinking, I deceived myself about reality, rewriting it to what I wanted it to be. Deceiving others is a character defect—even if it is just stretching the truth a bit or cleaning up my motives so others would think well of me. My Higher Power can remove this character defect, but first I have to help myself become willing to receive that help by not practicing deception. I need to remember each day that deceiving myself about myself is setting myself up for failure or disappointment in life and in Alcoholics Anonymous. A close, honest relationship with a Higher Power is the only solid foundation I've found for honesty with self and with others.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 17/04

17 DE ABRIL
 AMOR E MEDO COMO OPOSTOS

Todas estas falhas geram o medo, uma doença da alma em si.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.42

            “O medo bate à porta; a fé atende; nada estava ali.”
            Não sei a quem esta citação deva ser atribuída, mas ela certamente indica muito claramente que o medo é uma ilusão.
            Eu mesmo crio a ilusão.
            Em minha juventude eu experimentei o medo e erradamente pensava que sua mera presença fazia de mim um covarde.
            Não sabia que uma das definições de “coragem” é a “disposição de fazer as coisas apesar do medo.” “Coragem”, portanto, não é necessariamente a ausência do medo.
            Durante as horas em que eu não tinha amor na minha vida, com certeza tinha medo. Ter medo de Deus é ter medo da alegria. Olhando para trás, percebo que durante as horas em que mais temia a Deus, não havia alegria em minha vida. Quando aprendi a não temer a Deus, também aprendi a experimentar a alegria.
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Meditação do dia:
A conquista da libertação do medo é uma tarefa para toda a vida; é algo que nunca termina.”
(Na Opinião do Bill, p.263)


Daily Reflection


APRIL 17
LOVE AND FEAR AS OPPOSITES


All these failings generate fear, a soul-sickness in its own right.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 49


"Fear knocked at the door; faith answered; no one was there." I don't know to whom this quote should be attributed, but it certainly indicates very clearly that fear is an illusion. I create the illusion myself. I experienced fear early in my life and I mistakenly thought that the mere presence of it made me a coward. I didn't know that one of the definitions of "courage" is "the willingness to do the right thing in spite of fear." Courage, then, is not necessarily the absence of fear.
During the times I didn't have love in my life I most assuredly had fear. To fear God is to be afraid of joy. In looking back, I realize that, during the times I feared God most, there was no joy in my life. As I learned not to fear God, I also learned to experience joy.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 16/04

16 DE ABRIL
 IRA: UM “LUXO DUVIDOSO”

Se quiséssemos viver, era preciso livrar-nos da ira. A zanga e os acessos violentos de loucura não eram para nós. Poderá ser um luxo duvidoso para os homens normais, mas para os alcoólicos estas coisas são veneno.
 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.87 ou p.96

   “Luxo duvidoso”. Quantas vezes tenho me lembrado destas palavras. Não é apenas a raiva que é melhor deixar com os não alcoólicos; fiz uma lista que inclui ressentimento justificável, autopiedade, autojulgamento, farisaísmo, falso orgulho e falsa humildade. Sou sempre surpreendido ao ler a citação real. Os princípios do programa foram martelados tão bem em mim que continuo pensando que todos estes defeitos estão marcados também.
   Dou graças a Deus que eu não possa me dar ao luxo de tê-los – ou eu, seguramente, me entregaria a eles.
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Meditação do dia:
A raiva farisaica também pode ser muito agradável. De um modo perverso, podemos até sentir prazer pelo fato de muitas pessoas nos aborrecerem, pois isso nos traz uma cômoda sensação de superioridade.”
(Na Opinião do Bill, p.153)



Daily Reflection
 
 APRIL 16
ANGER: A "DUBIOUS LUXURY"


If we were to live, we had to be free of anger. The grouch and the brainstorm were not for us. They may be the dubious luxury of the normal men, but for alcoholics these things are poison.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 66


"Dubious luxury." How often have I remembered those words. It's not just anger that's best left to nonalcoholics; I built a list including justifiable resentment, self-pity,
judgmentalism, self-righteousness, false pride and false humility. I'm always surprised to read the actual quote. So well have the principles of the program been drummed into
me that I keep thinking all of these defects are listed too.
Thank God I can't afford them—or I surely would indulge in them.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 15/04

15 DE ABRIL
 A ESCRAVIDÃO DOS RESSENTIMENTOS

...esse negócio de ressentimento é infinitamente grave, porque quando estamos abrigando estes sentimentos nos afastamos da luz do espírito.
 NA OPINIÃ0 DO BILL, p.5

   Foi dito “Raiva é um luxo ao qual não posso me permitir”.
   Sugere isto que eu ignore esta emoção  humana? Acredito que não. Antes de conhecer o programa de A.A., eu era um escravo dos moldes de comportamento do alcoolismo. Estava acorrentado à negatividade, sem esperança de soltar-me.
   Os Passos me ofereceram uma alternativa. O Quarto Passo é o início do final da minha escravidão. O processo de “soltar-se” começa com um inventário. Não preciso ficar assustado, porque os Passos anteriores me garantem que não estou sozinho. Meu poder Superior me guia até esta porta e me dá a dádiva da escolha. Hoje posso escolher abrir a porta para a liberdade e alegrar-me na luz dos Passos, uma vez que purificam o espírito dentro de mim.
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Meditação do dia:
É evidente que uma vida que inclui profundos ressentimentos só leva à futilidade e à infelicidade.”
(Alcoólicos Anônimos, p.87 ou p.95)


Daily Reflection


APRIL 15
THE BONDAGE OF RESENTMENTS


. . . harboring resentment is infinitely grave. For then we shut ourselves off from the sunlight of the spirit.
AS BILL SEES IT, p. 5


It has been said, "Anger is a luxury I cannot afford." Does this suggest I ignore this human emotion? I believe not. Before I learned of the A.A. program, I was a slave to the behavior patterns of alcoholism. I was chained to negativity, with no hope of cutting loose.
The Steps offered me an alternative. Step Four was the beginning of the end of my bondage. The process of "letting go" started with an inventory. I needed not be frightened, for the previous Steps assured me I was not alone. My Higher Power led me to this door and gave me the gift of choice. Today I can choose to open the door to freedom and rejoice in the sunlight of the Steps, as they cleanse the spirit within me.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 14/04




 14 DE ABRIL
 O PRINCIPAL CULPADO

O ressentimento é o principal culpado. Destrói mais alcoólicos do que qualquer outra coisa. Dele nasce toda forma de doença espiritual, pois somos doentes não só física e mentalmente mas também espiritualmente.
 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 85 ou 93

   Quando me olho praticando o Quarto Passo, é fácil achar desculpas para os erros que fiz, porque posso vê-los facilmente como uma questão de “desforra” de um erro feito contra mim. Se continuo a reviver minha velha dor, isto é um ressentimento, e ressentimentos bloqueiam a luz do sol para minha alma. Se continuo a reviver as dores e ódios, irei machucar e odiar a mim mesmo. Após anos na escuridão dos ressentimentos, encontrei a luz do sol. Devo libertar-me dos ressentimentos, não posso me permitir o luxo de conservá-los.
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Meditação do dia:
Eu não estava muito bem, na época, e fui atormentado por ondas de autopiedade e ressentimento. Isto quase me levava, às vezes, de volta à bebida, mas logo descobri que, quando todas as outras providências falhavam, o trabalho junto a outro alcoólico salvava meu dia.”
(Alcoólicos Anônimos, p.38 ou 45)

Daily Reflection


APRIL 14
THE "NUMBER ONE OFFENDER"


Resentment is the "number one" offender. It destroys more alcoholics than anything else. From it stem all forms of spiritual disease, for we have been not only mentally and physically ill, we have been spiritually sick.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 64


As I look at myself practicing the Fourth Step, it is easy to gloss over the wrong that I have done, because I can easily see it as a question of "getting even" for a wrong done to me. If I continue to relive my old hurt, it is a resentment and resentment bars the sunlight from my soul. If I continue o relive hurts and hates, I will hurt and hate myself. After years in the dark of resentments, I have bund the sunlight. I must let go of resentments; I cannot afford them.




domingo, 13 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 13/04

13 DE ABRIL
 O FALSO CONFORTO DA AUTOPIEDADE

A autopiedade é um dos mais infelizes e desgastantes defeitos que conhecemos. É um entrave a todo progresso espiritual e pode interromper toda comunicação eficiente com nossos semelhantes, por causa de sua excessiva exigência de atenção e simpatia.
            É uma forma piegas de martírio ao qual nos damos ao luxo, de maneira doentia.

NA OPINIÃO DO BILL, p. 238

            O falso conforto da autopiedade me esconde da realidade somente momentaneamente e então exige, como uma droga, que eu tome doses cada vez maiores. Se eu sucumbir a isto, pode me levar a uma recaída na bebida. O que posso fazer? Um antídoto certo é voltar minha atenção, mesmo que levemente no início, para aqueles que realmente são menos afortunados do que eu, de preferência outros alcoólicos. No mesmo grau que demonstro ativamente minha empatia por eles, diminuirei meu próprio sofrimento exagerado.
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Meditação do dia:
Não há palavras que possam descrever a solidão e o desespero que me dominavam naquele amargo pântano de autopiedade. Tudo ao meu redor era areia movediça.. Eu havia encontrado um adversário imbatível. Eu fora dominado. O álcool era meu senhor.”
(Alcoólicos Anônimos, p.31 ou p.38)


Daily Reflection


APRIL 13
THE FALSE COMFORT OF SELF-PITY


Self-pity is one of the most unhappy and consuming defects that we know. It is a bar to all spiritual progress and can cut off all effective communication with our fellows because of its inordinate demands for attention and sympathy. It is a maudlin form of martyrdom, which we can ill afford.
AS BILL SEES IT, p. 238


The false comfort of self-pity screens me from reality only momentarily and then demands, like a drug, that I take an ever bigger dose. If I succumb to this it could lead to a relapse into drinking. What can I do? One certain antidote is to turn my attention, however slightly at first, toward others who are genuinely less fortunate than I, preferably other alcoholics. In the same degree that I actively demonstrate my empathy with them, I will lessen my own exaggerated suffering.



sábado, 12 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 12/04

12 DE ABRIL
 ABANDONANDO A INSANIDADE


 ... no que diz respeito ao álcool, inexplicavelmente, éramos loucos.


 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 60 ou p. 67


  O alcoolismo requeria de mim que eu bebesse, quer desejasse ou não. Insanidade dominava minha vida e era a essência da doença. Ela me roubava a liberdade de escolha para beber e, portanto, me tirava todas as outras opções. Quando bebia era incapaz de fazer escolhas efetivas em qualquer aspecto de minha vida e esta ficava sem controle.
      Peço a Deus para me ajudar a entender e aceitar o significado total da doença do alcoolismo.
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Meditação do dia:
A primeira condição para sair disso é tomar consciência do que está acontecendo (…) sem dúvida trata-se de um ponto que tem que ser constantemente salientado. 'Que é que estou fazendo?' é uma das melhores perguntas que podemos nos propor no decorrer do dia.”
(Oração da Serenidade – Philip St. Romain, p.44)


Daily Reflection

APRIL 12
GIVING UP INSANITY


. . . where alcohol has been involved, we have been strangely insane.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 38


Alcoholism required me to drink, whether I wanted to or not. Insanity dominated my life and was the essence of my disease. It robbed me of the freedom of choice over drinking and, therefore, robbed me of all other choices. When I drank, I was unable to make effective choices in any part of my life and life became unmanageable.
I ask God to help me understand and accept the fullmeaning of the disease of alcoholism.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 11/04

11 DE ABRIL
 UMA PALAVRA PARA ELIMINAR: “CULPA”

Geralmente demorava bastante para percebermos como as nossas emoções descontroladas nos vitimavam. Notávamos logo nos outros, mas só muito vagarosamente em nós. Antes de mais nada, era preciso confessar que tínhamos muitos defeitos, mesmo que esta admissão fosse dolorosa e humilhante. No tocante às outras pessoas, tivemos de eliminar a palavra “culpa” de nosso vocabulário e nossos pensamentos.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 41
 
Quando fiz meu Quarto Passo, seguindo as sugestões do Livro Grande, notei que minha lista de ressentimentos estava cheia de meus preconceitos e de culpar os outros por não ser capaz de ter sucesso e não aproveitar plenamente meus talentos. Também descobri que me sentia diferente por ser negro. À medida que continuei a praticar o Passo, aprendi que sempre tinha bebido para me livrar desses sentimentos. Somente quando fiquei sóbrio e trabalhei o meu inventário foi que eu não pude culpar mais ninguém.
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Meditação do dia:
Eu poderia sugerir que você desse uma olhada no excessivo sentimento de culpa (…). Um certo pesar pelo que aconteceu é razoável. Mas sentimento de culpa, não.”
(Na Opinião do Bill, p. 68)


Daily Reflection


APRIL 11
A WORD TO DROP: "BLAME"


To see how erratic emotions victimized us often took a long time. We could perceive them quickly in others, but only slowly in ourselves First of all, we had to admit that we had many of these defects, even though such disclosures were painful and humiliating. Where other people were concerned, we had to drop the word "blame" from our speech and thought
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 47


When I did my Fourth Step, following the Big Book guidelines, I noticed that my grudge list was filled with my prejudices and my blaming others for my not being able to succeed and to live up to my potential. I also discovered I felt different because I was black. As I continued to work on the Step, I learned that I always had drunk to rid myself of those feelings. It was only when I sobered up and worked on my inventory, that I could no longer blame anyone.



quinta-feira, 10 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 10/04

10 DE ABRIL
 CRESCENDO

A essência de todo crescimento é uma disposição de mudar para melhor e uma disposição incansável de aceitar qualquer responsabilidade que essa mudança implique.
NA OPINIÃO DO BILL, p. 115
  Algumas vezes quando me torno disposto a fazer o que deveria fazer o tempo todo, desejo louvor e reconhecimento. Não percebo que quanto mais estiver disposto a agir de uma maneira diferente, mais excitante é a minha vida. Quando mais estou disposto a ajudar os outros, mais recompensa recebo. Isto é o que a prática dos princípios significa para mim. Alegria e benefícios para mim estão na disposição de fazer as ações, não em obter resultados imediatos. Sendo um pouco mais amável, um pouco menos agressivo e um pouco mais amoroso, faz com que minha vida seja melhor – dia a dia.
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Meditação do dia:
Os sintomas mais comuns de insegurança emocional são a preocupação, a ira, a autopiedade e a depressão. Estas nascem de causas que, às vezes, parecem estar dentro de nós e, outras, vir de fora. Para o inventário nesse sentido, deveríamos considerar cuidadosamente todas as nossas relações pessoais das quais sempre decorrem problemas.”
(Os Doze Passos e as Doze Tradições, p.45)




Daily Reflection


APRIL 10
GROWING UP


The essence of all growth is a willingness to change for the better and then an unremitting willingness to shoulder whatever responsibility this entails.
AS BILL SEES IT, p. 115


Sometimes when I've become willing to do what I should have been doing all along, I want praise and recognition. I don't realize that the more I'm willing to act differently, the more exciting my life is. The more I am willing to help others, the more rewards I receive. That's what practicing the principles means to me. Fun and benefits for me are in the willingness to do the actions, not to get immediate results. Being a little kinder, a little slower to anger, a little more loving makes my life better— day by day.



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 09/04

9 DE ABRIL
 LIBERDADE DO “REI ÁLCOOL”

...não vamos supor nem mesmo por um instante, que não estamos sob coação. Na verdade, estamos sob uma enorme sujeição... Nosso antigo tirano, o “Rei Álcool”, está sempre pronto para nos agarrar. Portanto, a libertação do álcool é o grande “dever” que tem que ser alcançado: caso contrário chegaremos à loucura ou à morte.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 134
  Quando bebia eu vivia preso espiritualmente, emocionalmente e às vezes fisicamente. Tinha construído minha prisão com barras de teimosia e indulgência, das quais não podia escapar. Ocasionalmente passava por períodos secos que pareciam prometer liberdade, mas que se tornavam apenas esperanças de um indulto. A verdadeira fuga requer uma disposição para seguir as ações corretas para abrir a fechadura. Com disposição e ação, tanto as barras como a fechadura abrem-se por si mesmas para mim. Boa vontade e ação contínua me mantêm livre – numa espécie de liberdade condicional diária – que nunca termina.
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Meditação do dia:
Eu não conseguia diferenciar uma moeda boa de outra ruim; era uma fundição de ouro em tijolos da pior espécie. Lamentarei para sempre os prejuízos que causei às pessoas ao meu redor.”
(O Melhor de Bill, p.41)




Daily Reflection


APRIL 9
FREEDOM FROM "KING ALCOHOL"


. . . let us not suppose even for an instant that we are not under constraint. . . . Our former tyrant, King Alcohol, always stands ready again to clutch us to him Therefore, freedom from alcohol is the great "must" that has to be achieved, else we go mad or die.
AS BILL SEES IT, p. 134


When drinking, I lived in spiritual, emotional, and sometimes, physical confinement. I had constructed my prison with bars of self-will and self-indulgence, from which I could not escape. Occasional dry spells that seemed to promise freedom would turn out to be little more than hopes of a reprieve. True escape required a willingness to follow whatever right actions were needed to turn the lock. With that willingness and action, both the lock and the bars themselves opened for me. Continued willingness and action keep me free—in a kind of extended daily probation—that need never end.


terça-feira, 8 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 08/04

8 DE ABRIL
UMA VISTA POR DENTRO

Queremos descobrir exatamente como, quando e onde nossos desejos naturais nos deformaram. Queremos olhar de frente a infelicidade que isto causou aos outros e a nós mesmos. Descobrindo quais são as nossas deformidades emocionais, poderemos nos encaminhar em direção à sua correção.
 OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 37

            Hoje não sou mais um escravo do álcool, porém, de muitas maneiras a escravidão ainda ameaça meu ego, meus desejos e até mesmo meus sonhos. Ainda que sem sonhos eu não possa existir; sem sonhos não há nada que me impulsione para a frente.
            Devo olhar para dentro de mim mesmo, para libertar-me.
            Devo pedir a força de Deus para encarar a pessoa que mais temo, meu eu verdadeiro, a pessoa que Deus criou para ser eu mesmo. A não ser que possa ou até que faça isto, estarei sempre fugindo e nunca serei realmente livre. Peço a Deus, diariamente, que me mostre a liberdade!
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Meditação do dia:
Reviramos então uma única moeda – apenas uma – na qual se lê: 'Eu sou o próprio Demônio' ”
(O Melhor de Bill, p. 39)




Daily Reflection


APRIL 8
AN INSIDE LOOK


We want to find exactly how, when, and where our natural desires have warped us We wish to look squarely at the unhappiness this has caused others and ourselves By discovering what our emotional deformities are, we can move toward their correction.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 43


Today I am no longer a slave to alcohol, yet in so many ways enslavement still threatens—my self, my desires, even my dreams. Yet without dreams I cannot exist; without dreams there is nothing to keep me moving forward.
I must look inside myself, to free myself. I must call upon God's power to face the person I've feared the most, the true me, the person God created me to be. Unless I can or until I do, I will always be running, and never be truly free. I ask God daily to show me such a freedom!



segunda-feira, 7 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 07/04

7 DE ABRIL
UM GRANDE ARCO DE GRATIDÃO

E, falando pelo Dr. Bob e por mim mesmo, declaro com gratidão que se não fossem nossas esposas, Anne e Lois, nenhum de nós poderia ter vivido para ver o começo de Alcoólicos Anônimos.
NA OPINIÃO DO BILL, P.67

Sou capaz de tributo tão generoso e gratidão para com minha mulher, parentes e amigos, sem o apoio dos quais nunca poderia ter sobrevivido para alcançar as portas de A.A.? Tentarei trabalhar isto e tentarei ver o plano que meu Poder Superior está me mostrando quando ligou nossas vidas.
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Meditação do dia:

Cuidastes incansavelmente de nossas feridas; nos nutrimos com a tua extraordinária compreensão e teu inigualável amor. Estas serão as maiores dádivas da graça que jamais poderemos ter.”
(A Linguagem do Coração, p.444)


Daily Reflection


APRIL 7
A WIDE ARC OF GRATITUDE


And, speaking for Dr. Bob and myself, I gratefully declare that had it not been for our wives, Anne and Lois, neither of us could have lived to see A.A.'s beginning.
THE A.A. WAY OF LIFE, p. 67


Am I capable of such generous tribute and gratitude to my wife, parents and friends, without whose support I might never have survived to reach A.A.'s doors? I will work on this and try to see the plan my Higher Power is showing me which links our lives together.

domingo, 6 de abril de 2014

Aniversário Grupo Carmo Sion


Reflexões Diárias de A.A.: 06/04

6 DE ABRIL
UM PROCESSO PARA TODA A VIDA

Estávamos enfrentando dificuldades nas relações pessoais, não podíamos controlar nossa natureza emocional, éramos presas do infortúnio e da depressão, não conseguíamos nos sustentar financeiramente, tínhamos uma sensação de inutilidade, estávamos coagidos pelo medo, éramos infelizes, não conseguíamos ser úteis aos outros...

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, P. 74 ou P.81

Estas palavras me fazem lembrar que tenho outros problemas além do álcool, que o álcool é somente um sintoma de uma doença mais profunda. Quando parei de beber comecei um processo, para toda a vida, de recuperação de emoções desregradas, relacionamentos dolorosos e situações descontroladas. Este processo é demais para muitos de nós sem a ajuda de um Poder Superior e de nossos amigos da Irmandade. Quando comecei a praticar os Passos do programa de A.A., muitos destes fios emaranhados se desfizeram, mas pouco a pouco os lugares mais quebrados de minha vida se endireitaram. Um dia de cada vez, quase sem sentir, me curava. Como um termostato sendo abaixado, meus medos diminuíram. Comecei a experimentar momentos de contentamento. Minhas emoções tornaram-se menos voláteis, agora sou novamente parte da família humana.
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Meditação do dia:

Assim, Deus restituiu completamente nossas mentes sadias. Para este homem, a revelação foi súbita. Alguns de nós chegamos a ela com mais vagar. Mas Ele veio a todos aqueles que, honestamente, O buscaram.”
(Alcoólicos Anônimos, p.78 ou p.85)


Daily Reflection

APRIL 6
A LIFETIME PROCESS


We were having trouble with personal relationships, we couldn't control our emotional natures, we were a prey to misery and depression, we couldn't make a living, we had a feeling of uselessness, we were full of fear, we were unhappy, we couldn't seem to be of real help to other people. . . .
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 52


These words remind me that I have more problems than alcohol, that alcohol is only a symptom of a more pervasive disease. When I stopped drinking I began a lifetime process of recovery from unruly emotions, painful relationships, and unmanageable situations. This process is too much for most of us without help from a Higher Power and our friends in the Fellowship. When I began working the Steps of the A.A. program, many of these tangled threads unraveled but, little by little, the most broken places of my life straightened out. One day at a time, almost imperceptibly, I healed. Like a thermostat being turned down, my fears diminished. I began to experience moments of contentment. My emotions became less volatile. I am now once again a part of the human family.

sábado, 5 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 05/04


5 DE ABRIL
IRMANDADE VERDADEIRA

Em nenhuma ocasião procuramos ser um membro da família, um amigo entre amigos, um trabalhador a mais em nossa empresa, ou um membro útil da sociedade. Sempre nos esforçamos para chegar até o topo do morro, ou então para nos escondermos à sombra dele. Este comportamento egoísta impedia uma relação de companheirismo com nossos semelhantes. Da verdadeira fraternidade pouco conhecíamos.
Os Doze Passos e as Doze Tradições, p.46 

     Esta mensagem contida no Quarto Passo foi a primeira que ouvi alta e clara: antes disso eu não havia visto descrito em letras de imprensa! Antes de chegar em A.A. Não conhecia nenhum lugar que pudesse me ensinar a ser uma pessoa entre as pessoas. Desde a minha primeira reunião vi pessoas fazendo isso e eu desejava o que elas tinham. Uma das razões pelas quais hoje sou um alcoólico sóbrio e feliz, é que estou aprendendo a mais importante lição.
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Mensagem do dia:

Cercados por tantos amigos AAs, os assim chamados 'solitários' nos contam que já não se sentem sós. Em companhia de outros homens e mulheres, podem se dedicar a inúmeros ideais, pessoas e projetos construtivos.”
(Na Opinião do Bill, p.53)


Daily Reflection


APRIL 5
TRUE BROTHERHOOD


We have not once sought to be one in a family, to be a friend among friends, to be a worker among workers, to be a useful member of society. Always we tried to struggle to the top of the heap, or to hide underneath it This self-centered behavior blocked a partnership relation with any one of those about us. Of true brotherhood we had small comprehension.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 53


This message contained in Step Four was the first one I heard loud and clear; I hadn't seen myself in print before! Prior to my coining into A.A., I knew of no place that could teach me how to become a person among persons. From my very first meeting, I saw people doing just that and I wanted what they had. One of the reasons that I'm a happy, sober alcoholic today is that I'm learning this most important lesson.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 04/04

 



 4 DE ABRIL

GRITANDO PARA A LUA

Este verdadeiro e real sentimento de inferioridade é aumentado pela sua sensibilidade infantil e é este estado de coisas que gera nele essa insaciável e anormal ânsia por aprovação e sucesso aos olhos do mundo. Criança ainda, grita para a lua. E a lua, ao que parece, não quer saber dele.

A LINGUAGEM DO CORAÇÃO, P.102 ou p.119

Enquanto bebia, parecia vacilar entre tornar-me totalmente invisível e acreditar que eu era o centro do universo. A procura por esse equilíbrio ilusório entre os dois tornou-se a maior parte de minha recuperação. A lua por quem eu gritava, na sobriedade, raramente estava cheia; ao invés disso mostrou-me muitas outras faces e existem lições em todas elas. Uma verdadeira lição muitas vezes seguiu-se a um eclipse, momentos de escuridão; porém, em cada ciclo de minha recuperação, a luz fica mais forte e minha visão é mais clara.
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Meditação do dia:

Os espelhos fariam bem de refletir melhor antes de enviar as imagens.”
(Jean Cocteau)


Daily Reflection


APRIL 4
CRYING FOR THE MOON


"This very real feeling of inferiority is magnified by his childish sensitivity and it is this state of affairs which generates in him that insatiable, abnormal craving for selfapproval and success in the eyes of the world. Still a child, he cries for the moon. And the moon, it seems, won't have him!"
LANGUAGE OF THE HEART, p. 102


While drinking I seemed to vacillate between feeling totally invisible and believing I was the center of the universe. Searching for that elusive balance between the two has become a major part of my recovery. The moon I constantly cried for is, in sobriety, rarely full; it shows me instead its many other phases, and there are lessons in them all. True learning has often followed an eclipse, a time of darkness, but with each cycle of my recovery, the light grows stronger and my vision is clearer.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 03/04

3 DE ABRIL
ACEITAR QUE SOMOS HUMANOS

Finalmente vimos que o inventário deveria ser nosso, não de outra pessoa. Assim, admitimos nossos defeitos honestamente e nos dispusemos a colocar estes assuntos em ordem.

NA OPINIÃO DO BILL, P.222

Por que é tão difícil para o alcoólico aceitar responsabilidade?
Costumava beber devido às coisas que as outras pessoas faziam para mim. Quando vim para A.A. me falaram para ver em que havia me equivocado. O que tinha eu a ver com todos estes diferentes assuntos? Quando simplesmente aceitei que eu tinha uma parte neles, fui capaz de colocá-los no papel e ver como era: coisas humanas.
Não espero ser perfeito! Fiz erros antes e farei novamente. Ser honesto a respeito deles permitiu-me aceitá-los – e aceitar a mim mesmo –, bem como aqueles com quem tinha diferenças.
A partir de então, a recuperação está cada vez mais próxima de mim.

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Meditação do dia:

“Verdade é que pode existir uma necessidade genuína de se corrigir uma situação prejudicial. Verdade é que poderemos ter que fazer uso de alguns fatos desagradáveis. Mas o teste real é a maneira pela qual nos comportaremos.”
(O Melhor de Bill, p.28)


Daily Reflection

APRIL 3
ACCEPTING OUR HUMANNESS


We finally saw that the inventory should be ours, not the other man's So we admitted our wrongs honestly and became willing to set these matters straight.
AS BILL SEES IT, p. 222
Why is it that the alcoholic is so unwilling to accept responsibility? I used to drink because of the things that other people did to me. Once I came to A.A. I was told to look at where I had been wrong. What did I have to do with all these different matters? When I simply accepted that I had a part in them, I was able to put it on paper and see it for what it was —humanness. I am not expected to be perfect! I have made errors before and I will make them again. To be honest about them allows me to accept them—and myself—and those with whom I had the differences; from there, recovery is just a short distance ahead.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 02/04

2 DE ABRIL
CONSTRUINDO O CARÁTER

Os Doze Passos e as Doze Tradições

Exigir dos outros excessiva atenção, proteção e amor, só pode despertar a dominação ou a revolta.

Quando descobri minha necessidade de aprovação no Quarto Passo, não pensava considerá-la como um defeito de caráter.
Preferia pensar que era uma qualidade vantajosa (o desejo de agradar as pessoas). Rapidamente me mostraram que esta “necessidade” pode ser paralisante. Hoje ainda gosto de obter a aprovação dos outros, mas não estou mais disposto a pagar o preço que costumava para consegui-la. Não me curvo mais como uma rosca para conseguir que os outros gostem de mim. Se consigo a sua aprovação, isto é muito bom; mas se não, eu sobreviverei sem ela. Sou responsável por falar o que considero ser a verdade, não o que penso que os outros possam querer ouvir.
Similarmente, meu falso orgulho me mantinha demasiadamente preocupado com minha reputação. Desde então, sendo iluminado pelo programa de A.A., minha intenção é melhorar o meu caráter.
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Meditação do dia:

“Esta é a nossa forma em A.A. de nos precavermos contra a cegueira do orgulho e as perfeições imaginárias que não possuímos.”
(O Melhor de Bill, p.36)


Daily Reflection

APRIL 2
CHARACTER BUILDING


Demands made upon other people for too much attention, protection, and love can only invite domination or revulsion. . . .
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 44


When I uncovered my need for approval in the Fourth Step, I didn't think it should rank as a character defect. I wanted to think of it more as an asset (that is, the desire to please people). It was quickly pointed out to me that this "need" can be very crippling. Today I still enjoy getting the approval of others, but I am not willing to pay the price I used to pay to get it. I will not bend myself into a pretzel to get others to like me. If I get your approval, that's fine; but if I don't, I will survive without it. I am responsible for speaking what I perceive to be the truth, not what I think others may want to hear.
Similarly, my false pride always kept me overly concerned about my reputation. Since being enlightened in the A.A. program, my aim is to improve my character.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Reflexões Diárias de A.A.: 01/04


1 DE ABRIL
OLHANDO DENTRO

Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos

Os Doze Passos e as Doze Tradições

O Quarto Passo é um esforço vigoroso e cuidadoso para descobrir em cada um de nós quais eram e quais são nossos defeitos. Desejo descobrir exatamente como, quando e onde meus desejos naturais se deformaram. Desejo olhar honestamente na infelicidade que isto causou aos outros e a mim. Descobrindo quais são as minhas deformidades emocionais, posso corrigi-las. Sem um esforço persistente e boa vontade para fazer isto, haverá pouca sobriedade ou contentamento para mim.
Necessito ter um conhecimento caro e seguro de mim mesmo para resolver emoções confusas. Tal percepção não acontece da noite para o dia, e nenhuma autoconsciência é permanente.
Todos têm capacidade para crescer e para se conhecer através de um encontro honesto com a realidade. Quando não evito os problemas mas os enfrento diretamente, sempre tentando resolvê-lo, eles se tornam poucos.
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Meditação do dia:

“À medida que nossa autodescoberta se manifesta, começamos a reconhecer o papel que a negação representou em nossas vidas. Essa percepção é a base para nossa aceitação da verdade de nossa história pessoal.”
(Doze Passos para os Cristãos – jornada espiritual com amor-exigente, p.58)


Daily Reflection

APRIL 1
LOOKING WITHIN


Made a searching and fearless moral inventory of ourselves.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 42


Step Four is the vigorous and painstaking effort to discover what the liabilities in each of us have been, and are. I want to find exactly how, when, and where my natural desires have warped me. I wish to look squarely at the unhappiness this has caused others and myself. By discovering what my emotional deformities are, I can move toward their correction. Without a willing and persistent effort to do this, there can be little sobriety or contentment for me.
To resolve ambivalent feelings, I need to feel a strong and helpful sense of myself. Such an awareness doesn't happen overnight, and no one's self-awareness is permanent. Everyone has the capacity for growth, and for self-awareness, through an honest encounter with reality. When I don't avoid issues but meet them directly, always trying to resolve them, they become fewer and fewer.


O Quarto Passo

O QUARTO PASSO

 
Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos

            Ao fazermos os Passos anteriores, percebemos como estávamos doentes devido à nossa adição e como a doença nos tornara pessoas diferentes.
            Devido ao nosso alcoolismo,  temos tanta vergonha que não queremos olhar para nós mesmos. Magoa-nos olhar e achar que não somos capazes de mudar. Ficamos tristes de ver como perdemos o controle sobre nossas vidas.
            Com este Quarto Passo, voltamos a nos conhecer. Somos forçados a parar e olhar para nós mesmos. Voltamos a ser honestos ou seremos honestos, se  nunca o fôramos antes.
            Como todo crescimento, este Passo muitas vezes pode ser doloroso. Através  dele vamos conhecer nossos pontos fortes e fracos. Para poder viver sóbrios, precisamos ser capazes de olhar para nós mesmos – honestamente. Iremos conhecer tudo sobre nós: o bom, o ruim, o feio e o bonito.
            Existem muitas frases ou aforismos em Alcoólicos Anônimos que refletem a sabedoria acumulada no decorrer dos anos; um dos mais interessantes é: “Somos tão doentes quanto  nossos segredos”.
            O Quarto Passo é simplesmente uma medida para nos ajudar a colocar tudo em perspectiva novamente. Há um ditado em A.A. que diz: “Não é o que sabemos ou não sabemos, mas o que achamos que é verdade e não é”.
            Queremos descobrir exatamente como, quando e onde nossos desejos naturais nos deformaram. Queremos olhar de frente a infelicidade que isso causou aos outros e a nós mesmos. Descobrindo quais são as nossas deformidades emocionais, podemos nos encaminhar em direção à correção delas.
            A liberdade do dono de uma estória de levá-la aonde quiser é ilimitada porque está amarrada a uma história incompleta. Isso porque, apesar de cada um de nós ser a personagem central de nossa estória, somos personagens também em todas as estórias de outros com os quais estamos relacionados, por casamento, laços de família, amizade ou simplesmente com um habitante do mundo.
            A literatura de A.A. fala frequentemente em escrever nossa estória, mas é uma sugestão muito pouco utilizada porque é difícil, apesar de o formato ser opcional e informal.
            De posse de nossa estória e admitindo tudo que apuramos com ela, poderemos então seguir adiante, revelando-a no próximo Passo, o Quinto Passo.
(Fonte: várias)

 
 A QUARTA TRADIÇÃO

Cada grupo deve ser autônomo, salvo em assuntos que digam respeito a outros grupos de A.A. em seu conjunto.

Nossa Irmandade deve incluir todos os que sofrem do alcoolismo. Não podemos, portanto, recusar quem quer que deseje se recuperar. A condição para tornar-se membro não deve nunca depender de dinheiro ou formalidade. Dois ou três alcoólicos quaisquer reunidos em busca de sobriedade podem se autodenominar um grupo de A.A., desde que como grupo não possuam qualquer outra afiliação.


O QUARTO CONCEITO

Através da estrutura da nossa Conferência, deveríamos manter em todos os níveis de responsabilidade um tradicional “Direito de Participação”, tomando cuidado para que a cada setor ou Grupo de nossos servidores mundiais seja concedido um voto representativo em porporção correspondente à responsabilidade que cada um deve ter.


A QUARTA PROMESSA

Conheceremos a paz.