sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 27/02

27 DE FEVEREIRO
UMA ESTABILIDADE ÚNICA

De onde vem a direção de A.A. ... Essas pessoas de mentalidade prática leem a seguir a Segunda Tradição e ficam sabendo que a única autoridade em A.A. é um Deus amantíssimo, tal como se pode expressar na consciência do Grupo...
O velho mentor é aquele que vê a sabedoria das decisões do Grupo, que não se ressente da diminuição do seu status, aquele cujo julgamento, revigorado por grande dose de experiência, é justo, e que consente de bom grado em ficar à margem e observar a evolução dos acontecimentos.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.118 e p.121

   Na construção da recuperação do alcoolismo estão reunidos os Doze Passos e as Doze Tradições. À medida que minha recuperação progredia, senti que a roupa nova tinha sido feita sob medida para mim. Os mais velhos do Grupo ofereciam gentilmente sugestões quando as mudanças pareciam impossíveis. A experiência compartilhada de todos tornou-se a substância para guardar muitas amizades. Sei que a Irmandade está pronta e equipada para ajudar cada alcoólico que ainda sofre nas encruzilhadas da vida. Num mundo cercado de problemas, esta seguridade me parece uma estabilidade única. Trato com carinho a dádiva da sobriedade. Agradeço a Deus pela força que recebo numa Irmandade que existe realmente para o bem-estar de todos os membros.
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Meditação do dia:

Cedo ou tarde, cada A.A. Chega a depender de um Poder superior a si mesmo. Se dá conta de que Deus, tal como ele O concebe, não é só uma fonte de fortaleza, como também uma fonte de orientação positiva. Ao se dar conta de que tem à disposição uma pequena facção desse recurso infinito, sua vida toma um novo semblante.”
(A Linguagem do Coração, p.92)


Daily Reflection:
FEBRUARY 27
A UNIQUE STABILITY

Where does A.A. get its direction? . . . These practical folk then read Tradition Two, and learn that the sole authority in A.A. is a loving God as He may express Himself in the sees the wisdom of the group's decision, who holds no resentment over his reduced status, whose judgment, fortified by considerable experience, is sound, and who is willing to sit quietly on the sidelinespatiently awaiting developments.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, pp. 132, 135

Into the fabric of recovery from alcoholism are woven the Twelve Steps and the Twelve Traditions. As my recovery progressed, I realized that the new mantle was tailor-made for me. The elders of the group gently offered suggestions when change seemed impossible. Everyone's shared experiences became the substance for treasured friendships. I know that the Fellowship is ready and equipped to aid each suffering alcoholic at all crossroads in life. In a world beset by many problems, I find this assurance a unique stability. I cherish the gift of sobriety. I offer God my gratitude for the strength I receive in a Fellowship that truly exists for the good of all members.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 26/02

26 DE FEVEREIRO

HISTÓRIA DE UM SUCESSO NÃO COMUM

A.A. não é uma história de sucesso no sentido comum da palavra. É a história do sofrimento transformado, pela graça de Deus, em progresso espiritual.

NA OPINIÃO DO BILL, p.35

   Depois de ingressar em A.A. ouvi os outros falarem sobre a realidade de suas bebedeiras: solidão, terror e dor.
  À medida que ia ouvindo mais, logo escutei uma descrição de uma espécie bem diferente: a realidade da sobriedade. É a realidade da liberdade e felicidade, de propósito e direção e de serenidade e paz com Deus, conosco e com os outros. Assistindo às reuniões fui reintroduzido nessa realidade, várias vezes. Eu a vejo nos olhos e ouço nas vozes daqueles em volta de mim. Trabalhando o programa, acho a direção e força para também fazê-lo.
   A alegria de A.A. é que esta nova realidade está ao meu alcance.
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Meditação do dia:

Estamos certos de que Deus nos quer ver felizes, alegres e livres . Portanto, não podemos compartilhar a crença de que esta vida seja necessariamente um vale de lágrimas, embora em certa época tenha sido exatamente isto para muitos de nós. Mas ficou claro que vivíamos criando nossa própria miséria.” (Na Opinião do Bill, p.218)


Daily Reflection:

FEBRUARY 26
NO ORDINARY SUCCESS STORY

A.A. is no success story in the ordinary sense of the word. It is a story of sufferingtransmuted, under grace, into spiritual progress.
AS BILL SEES IT, p. 35

Upon entering A.A. I listened to others talk about the reality of their drinking: loneliness, terror and pain. 
     As I listened further, I soon heard a description of a very different kind—the reality of sobriety. It is a reality of freedom and happiness, of purpose and direction, and of serenity and peace with God, ourselves and others. By attending meetings I am reintroduced to that reality, over and over. I see it in the eyesand hear it in the voices of those around me. By working the program I find the direction and strength with which to make it mine.
      The joy of A.A. is that this new reality is available to me.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 25/02

25 DE FEVEREIRO
O DESAFIO DO FRACASSO

No sistema econômico de Deus, nada é desperdiçado. Através do fracasso, aprendemos uma lição de humildade que, por mais dolorosa que seja, é provavelmente necessária.

NA OPINIÃO DO BILL, p.31

   Como hoje, eu estou grato em saber que todos os meus fracassos, passados, foram necessários para estar onde estou agora. Através de muita dor veio a experiência e, no sofrimento, tornei-me obediente. Quando procurei Deus, como eu o entendo, Ele compartilhou comigo suas dádivas preciosas.
   Através da experiência e obediência começou o crescimento, seguido pela gratidão. Aí sim, então veio a paz de espírito – vivendo e compartilhando a sobriedade.
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Meditação do dia:

Reforçado, pela graça que pude encontrar na oração, tive que empregar toda minha vontade e ação para cortar essas dependências emocionais das pessoas e circunstâncias.”
(Na Opinião do Bill, p.63)


Daily Reflection:

FEBRUARY 25
THE CHALLENGE OF FAILURE
In God's economy, nothing is wasted. Through failure, we learn a lesson in humility which is probably needed, painful though it is.
AS BILL SEES IT, p. 31

How thankful I am today, to know that all my past failures were necessary for me to be where I am now. Through much pain came experience and, in suffering, I became obedient. When I sought God, as I understand Him, He shared His treasured gifts. Through experience and obedience, growth started, followed by gratitude. Yes, then came peace of mind—living in and sharing sobriety.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 24/02

24 DE FEVEREIRO
UM CORAÇÃO AGRADECIDO

Tento convencer-me de que um coração pleno e agradecido não pode abrigar nenhum orgulho. Quando repleto de gratidão, o coração por certo só pode dar amor, a mais bela emoção que jamais podemos sentir.
NA OPINIÃO DO BILL, p.37

   Meu padrinho disse-me para ser um alcoólico grato e sempre ter “uma atitude de gratidão”; que a gratidão é o ingrediente básico da humildade, que a humildade é o ingrediente básico do anonimato e que o “anonimato é o alicerce espiritual das nossas tradições, lembrando-nos sempre da necessidade de colocar os princípios acima das personalidades”. Como resultado desta orientação, comecei toda manhã, de joelhos, a agradecer a Deus por três coisas:
   Estar vivo, estar sóbrio e ser membro de Alcoólicos Anônimos. Então tento viver em uma “atitude de gratidão” e desfrutar completamente de mais vinte e quatro horas da maneira de viver de A.A. A Irmandade não é apenas algo onde ingressei; é alguma coisa que eu vivo.
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Meditação do dia:

Se não tivesse sido abençoado por conselheiros afetuosos e sábios, eu poderia ter me arrebentado há muito tempo.”
(Na Opinião do Bill, p.303)


Daily Reflection:
FEBRUARY 24
A THANKFUL HEART

/ try to hold fast to the truth that a full and thankful heart cannot entertain great conceits. When brimming with gratitude, one's heartbeat must surely result in outgoing love, the finest emotion that we can ever know.

AS BILL SEES IT, p. 37

My sponsor told me that I should be a grateful alcoholic and always have "an attitude of gratitude"—that gratitude was the basic ingredient of humility, that humility was the basic ingredient of anonymity and that "anonymity was the spiritual foundation of all our Traditions, ever reminding us to place principles before personalities." As a result of this guidance, I start every morning on my knees, thanking God for three things: I'm alive, I'm sober, and I'm a member of Alcoholics Anonymous. Then I try to live an "attitude of gratitude" and thoroughly enjoy another twenty-four hours of the A.A. way of life. A.A. is not something I joined; it's something I live.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 23/02

23 DE FEVEREIRO
PARADOXOS MISTERIOSOS

Tal é o paradoxo da regeneração em A.A.: a força nascendo da fraqueza e da derrota completa; a perda de uma vida antiga como condição para encontrar uma nova.

A.A. ATINGE A MAIORIDADE, p.41 ou p.39

    Que mistérios gloriosos são os paradoxos! Eles não computam, porém quando reconhecidos e aceitos, eles reafirmam alguma coisa no universo além da lógica humana.
    Quando encaro o medo, eu ganho coragem, quando apoio um irmão ou irmã, minha capacidade de amar a mim mesmo aumenta; quando aceito a dor como parte da experiência de crescimento da vida, eu me dou conta de uma felicidade maior; quando olho para o meu lado escuro, sou levado para uma nova luz; quando aceito minhas vulnerabilidades e me rendo a um Poder Superior, sou agraciado com uma força nunca vista. Esbarrei com as portas de A.A. em desgraça, sem esperar mais nada da vida, e ganhei esperança e dignidade. Milagrosamente, a única maneira de manter as dádivas do programa é transmitindo-as para os outros.
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Meditação do dia:

Quem pode dar uma explicação de todas as misérias que já sofremos e quem pode avaliar o alívio e a alegria que os últimos anos nos trouxeram? Quem pode possivelmente contar os grandes resultados de que o trabalho de Deus, através de A.A., já pôs em movimento?”
(Na Opinião do Bill, p.163)


Daily Reflection:

FEBRUARY 23
MYSTERIOUS PARADOXES

Such is the paradox of A.A. regeneration: strength arising out of complete defeat and weakness, the loss of one's old life as a condition for finding a new one.
A.A. COMES OF AGE, p. 46

What glorious mysteries paradoxes are! They do not compute, yet when recognized and accepted, they reaffirm something in the universe beyond human logic. When I face a fear, I am given courage; when I support a brother or sister, my capacity to love myself is increased; when I accept pain as part of the growing experience of life, I realize a greater happiness; when I look at my dark side, I am brought into new light; when I accept my vulnerabilities and surrender to a Higher Power, I am graced with unforeseen strength. I stumbled through the doors of A.A. in disgrace, expecting nothing from life, and I have been given hope and dignity. Miraculously, the only way to keep the gifts of the program is to pass them on.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 22/02

22 DE FEVEREIRO
DIREÇÃO

...isso significa a crença num Criador que é todo poder, justiça e amor; um Deus que quer para mim um propósito, um significado e um destino para crescer, ainda... que aos poucos e com hesitação, em direção à Sua imagem e semelhança.”

NA OPINIÃO DO BILL, p.51

   Quando me dei conta de minha própria impotência e de minha dependência de Deus, como eu O entendo, comecei a ver que havia uma vida que, se eu pudesse tê-la, teria escolhido para mim desde o início. Através do contínuo trabalho dos Passos e a participação na vida da Irmandade é que aprendi a ver que realmente existe uma maneira melhor pela qual estou sendo guiado. Quando comecei a conhecer mais sobre Deus, fui capaz de confiar em Seu caminho e no Seu plano para o desenvolvimento do Seu caráter em mim. Rapidamente ou lentamente, cresço em direção à Sua própria imagem e semelhança.
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Meditação do dia:

Foi somente quando passei a acreditar completamente que eu era impotente perante o álcool, somente quando apelei a algum Deus que talvez existisse, que experimentei um despertar espiritual.”
(Na Opinião do Bill, p.152)


Daily Reflection:
FEBRUARY 22
GUIDANCE

. . . this means a belief in a Creator who is all power, justice, and love; a God who intends for me a purpose, a meaning, and a destiny to grow, however . . . haltingly, toward His own likeness and image.

AS BILL SEES IT, p. 51

As I began to understand my own powerlessness and my dependence on God, as I understand Him, I began to see that there was a life which, if I could have it, I would have chosen for myself from the beginning. It is through the continuing work of the Steps and the life in the Fellowship that I've learned to see that there is truly a better way into which I am being guided. As I come to know more about God, I am able to trust His ways and His plans for the development of His character in me. Quickly or not so quickly, I grow toward His own image and likeness.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 21/02

21 DE FEVEREIRO
SOU PARTE DO TODO

De repente tornei-me uma parte – embora pequenina – de um cosmos...

NA OPINIÃO DO BILL, p.225

   Quando cheguei pela primeira vez em A.A. decidi que “eles” eram pessoas muito boas – talvez um pouco ingênuas, um pouco amigáveis demais, mas basicamente decentes, pessoas sérias (com quem eu não tinha nada em comum). Eu “os” via nas reuniões – afinal era onde “eles” estavam. Apertava a mão “deles” e, quando saía porta afora, esquecia tudo sobre “eles”. 
   Então, um dia meu Poder Superior, em quem àquela época eu não acreditava, resolveu criar um projeto da comunidade fora de A.A., mas no qual se envolviam muitos membros de A.A. Trabalhamos juntos, comecei a conhecê-“los” como pessoas. Vim admirá-“los” e mesmo a gostar “deles” e, apesar de mim mesmo, ter prazer em estar com “eles”. A forma de praticar o programa em suas vidas diárias – não apenas falando nas reuniões – atraiu-me e eu desejava o que eles tinham. Subitamente “eles” tornaram-se “nós”. Desde então eu não bebi.
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Meditação do dia:

Nessa Irmandade começamos a aprender a nos relacionar bem com as pessoas que nos compreendem; não precisamos mais estar sós.”
(Na Opinião do Bill, p.252)


Daily Reflection:

FEBRUARY 21
I'M PART OF THE WHOLE

At once, I became a part—if only a tiny part—of a cosmos. . . .
AS BILL SEES IT, p. 225

When I first came to A.A., I decided that "they" were very nice people—perhaps a little naive, a little too friendly, but basically decent, earnest people (with whom I had nothing in common). I saw "them" at meetings—after all, that was where "they" existed. I shook hands with "them" and, when I went out the door, I forgot about "them."
   Then one day my Higher Power, whom I did not then believe in, arranged to create a community project outside of A.A., but one which happened to involve many A.A. members. We worked together, I got to know "them" as people. I came to admire "them," even to like "them" and, in spite of myself, to enjoy "them." "Their" practice of the program in their daily lives—not just in talk at meetings— attracted me and I wanted what they had. Suddenly the "they" became "we." I have not had a drink since.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 20/02

20 DE FEVEREIRO
A DÁDIVA DO RISO

A esta altura, seu padrinho de A.A. geralmente se põe a rir.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 22
    Antes de começar minha recuperação do alcoolismo, o riso era um dos mais dolorosos sons que conhecia. Eu nunca ria, e sentia que se alguém mais risse, era de mim! Minha autopiedade negava-me o mais simples dos prazeres, ou a leveza do coração. No final do meu alcoolismo, nem mesmo o álcool provocava em mim uma risada de bêbado.
   Quando meu padrinho em A.A. começou a rir e a mostrar a minha autopiedade e enganos alimentados pelo ego, fiquei aborrecido e magoado, mas ele ensinou-me a aliviar-me e a focalizar a minha recuperação. Logo aprendi a rir de mim mesmo e, eventualmente, ensinar os meus afilhados a rir também. Todo dia peço a Deus para ajudar-me a parar de me levar muito a sério.
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Meditação do dia:

À medida que persistimos, nasce um tipo de confiança totalmente novo, e a sensação de alívio com a qual definitivamente nos deparamos é incrível.”
(Na Opinião do Bill, p.261)


Daily Reflection:

FEBRUARY 20
THE GIFT OF LAUGHTER

At this juncture, his A.A. sponsor usually laughs.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 26

Before my recovery from alcoholism began, laughter was one of the most painful sounds I knew. I never laughed and I felt that anyone else's laughter was directed at me! My self-pity and anger denied me the simplest of pleasures or lightness of heart. By the end of my drinking not even alcohol could provoke a drunken giggle in me.
   When my A.A. sponsor began to laugh and point out my self-pity and ego-feeding deceptions, I was annoyed and hurt, but it taught me to lighten up and focus on my recovery. I soon learned to laugh at myself and eventually I taught those I sponsor to laugh also. Every day I ask God to help me stop taking myself too seriously.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 19/02

19 DE FEVEREIRO

NÃO SOU DIFERENTE

No princípio, passaram-se quatro anos antes que A.A. conseguisse levar à sobriedade permanente, ainda que de uma única mulher alcoólica. Do mesmo modo daquelas “que atingiram o fundo do poço”, as mulheres diziam que eram diferentes; ...Aquele que caía na sarjeta dizia que era diferente..., o mesmo diziam os artistas e os profissionais, os ricos e os pobres, os religiosos, os agnósticos, os índios e os esquimós, os veteranos e os prisioneiros... hoje todos esses e muitos outros conversam sobriamente a respeito do quanto todos nós, alcoólicos, somos iguais, quando finalmente admitimos que as coisas vão mal.
NA OPINIÃO DO BILL, p.24

   Não posso considerar-me “diferente” em A.A.; se fizer isto, me isolo dos outros e do contato com meu Poder Superior. Se me sinto isolado em A.A. não são os outros responsáveis. É alguma coisa criada por sentir-me de algum modo “diferente”. Hoje pratico apenas ser mais um alcoólico na Irmandade mundial de Alcoólicos Anônimos.
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Meditação do dia:

O que eu precisava era de humildade, de esquecimento de mim mesmo e de estabelecer um verdadeiro parentesco com outro ser humano de meu próprio tipo.”
(Na Opinião do Bill, p.212)



Daily Reflection:

FEBRUARY 19
I'M NOT DIFFERENT

In the beginning, it was four whole years before A. A. brought permanent sobriety to even one alcoholic woman. Like the "high bottoms," the women said they were different; . . . The Skid-Rower said he was different . . . so did the artists and the professional people, the rich, the poor, the religious, the agnostic, the Indians and the Eskimos, the veterans, and the prisoners . . . nowadays all of these, and legions more, soberly talk about how very much alike all of us alcoholics are when we admit that the chips are finally down.

AS BILL SEES IT, p. 24

I cannot consider myself "different" in A. A.; if I do I isolate myself from others and from contact with my Higher Power. If I feel isolated in A.A., it is not something for which others are responsible. It is something I've created by feeling I'm "different" in some way. Today I practice being just another alcoholic in the worldwide Fellowship of Alcoholics Anonymous.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 18/02

18 DE FEVEREIRO

CADA UM SEGUE SEU PRÓPRIO CAMINHO

....nada nos restava a não ser apanhar o simples estojo de ferramentas espirituais deixado aos nossos pés.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.48 ou p.55

   Minha primeira tentativa de praticar os Passos foi mais por obrigação e necessidade, resultando num sentimento profundo de desencorajamento face a todos aqueles advérbios: corajosamente, completamente, humildemente, diretamente e somente.
Considerava Bill W. um afortunado por ter experimentado uma grande e tão sensacional experiência espiritual. Tive que descobrir, com o passar do tempo, que o caminho que eu seguia era o meu próprio. Após algumas vinte e quatro horas em A.A., graças especialmente o compartilhar dos membros nas reuniões, entendi que todos encontram pouco a pouco seu próprio ritmo para caminhar pelos Passos. Progressivamente tento viver de acordo com estes princípios sugeridos. Como resultado destes Passos, posso dizer hoje que minha atitude frente à vida, às pessoas e a qualquer coisa que tenha a ver com Deus, transformou-se e melhorou.
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Meditação do dia:

O alcoólico típico, egoísta ao extremo, não se interessa por essa perspectiva, a não ser que tenha que fazer essas coisas para não morrer.”
(Na Opinião do Bill, p.118)


Daily Reflection:

FEBRUARY 18
OUR PATHS ARE OUR OWN

. . . there was nothing left for us but to pick up the simple kit of spiritual tools laid at our feet.

ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 25

My first attempt at the Steps was one of obligation and necessity, which resulted in a deep feeling of discouragement in the face of all those adverbs: courageously; completely; humbly; directly; and only. I considered Bill W. fortunate to have gone through such a major, even sensational, spiritual experience. I had to discover, as time went on, that my path was my own. After a few twenty-four hours in the A.A. Fellowship, thanks especially to the sharing of members in the meetings, I understood that everyone gradually finds his or her own pace in moving through the Steps. Through progressive means, I try to live according to these suggested principles. As a result of these Steps, I can say today that my attitude towards life, people, and towards anything having to do with God, has been transformed and improved.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 17/02

17 DE FEVEREIRO

O AMOR EM SEUS OLHOS

Alguns de nós se recusam a acreditar em Deus, outros não podem e ainda outros, embora acreditem na existência de Deus, de forma alguma confiam que ele levará a cabo este milagre.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.21

   Foram as mudanças que vi nas novas pessoas que vieram para a Irmandade que me ajudaram a perder o medo e mudaram minha atitude negativa em positiva. Podia ver o amor em seus olhos e estava impressionado pelo muito que a sobriedade “Um dia de cada vez” significava para eles. Eles olharam honestamente para o Segundo Passo e vieram a acreditar que um Poder Superior a eles, iria restituí-los à sanidade. Isto fez com que eu tivesse fé na Irmandade e esperança que funcionaria também para mim. Descobri que Deus era um Deus amoroso, não aquele Deus punidor que eu temia antes de chegar em A.A. Descobri que Ele tinha estado comigo durante todas aquelas horas em que eu estava com problemas antes de vir para A.A.
   Hoje sei que foi Ele quem me levou para A.A. e que sou um milagre.
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Meditação do dia:

Lutamos equivocadamente para alcançar objetivos determinados por nós mesmos, em vez de lutar pelo objetivo perfeito, que é o objetivo de Deus.”
(Na Opinião do Bill, p.236)


Daily reflections:


FEBRUARY 17
THE LOVE IN THEIR EYES

Some of us won't believe in God, others can't, and still others who do believe that God exists have no faith whatever He will perform this miracle.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 25

It was the changes I saw in the new people who came into the Fellowship that helped me lose my fear, and change my negative attitude to a positive one. I could see the love in their eyes and I was impressed by how much their "One Day at a Time" sobriety meant to them. They had looked squarely at Step Two and came to believe that a power greater than themselves was restoring them to sanity. That gave me faith in the Fellowship, and hope that it could work for me too. I found that God was a loving God, not that punishing God I feared before coming to A.A. I also found that He had been with me during all those times I had been in trouble before I came to A.A. I know today that He was the one who led me to A.A. and that I am a miracle.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 16/02

16 DE FEVEREIRO
COMPROMISSO

A compreensão é a chave que abre a porta dos princípios e atitudes certas, e a ação correta é a chave do bem viver.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES. p.112

   Chegou um momento no meu programa de recuperação em que a terceira parte da Oração da Serenidade: “A sabedoria para distinguir a diferença” – tornou-se impressa indelevelmente na minha mente. Desde aquele momento, tive que enfrentar-me com a consciência de que todas as minhas ações, todas minhas palavras e todos meus pensamentos estavam dentro ou fora dos princípios do programa. Não podia mais me ocultar atrás da autorracionalização, nem atrás da insanidade de minha doença. A única linha de ação aberta, se eu quisesse conseguir uma vida alegre para mim (e também para aqueles a quem amo), seria aquela na qual impusesse a mim mesmo um esforço de compromisso, disciplina e responsabilidade.
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Meditação do dia:
Tal sabedoria se refere à habilidade de discernir quais coisas que não podemos modificar e quais as que podemos. Ela nos leva a aceitar os aspectos não negociáveis da vida e também nos dá coragem para agir quando e como devemos. Uma sabedoria desse tipo é eminentemente prática, por informar as decisões a serem tomadas na vida diária.”
(Oração da Serenidade – Philip St. Romain – p.34 – Verus editora)


Daily Reflections:

FEBRUARY 16
COMMITMENT

Understanding is the key to right principles and attitudes, and right action is the key to good living.

TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 125

There came a time in my program of recovery when the third stanza of the Serenity Prayer—"The wisdom to know the difference"—became indelibly imprinted in my mind. From that time on, I had to face the ever-present knowledge that my every action, word and thought was within, or outside, the principles of the program. I could no longer hide behind self-rationalization, nor behind the insanity of my disease. The only course open to me, if I was to attain a joyous life for myself (and subsequently for those I love), was one in which I imposed on myself an effort of commitment, discipline, and responsibility.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 15/02


15 DE FEVEREIRO


 TOMANDO MEDIDAS A RESPEITO

Estas promessas são extravagantes? Achamos que não. Estão sendo realizadas entre nós – às vezes rapidamente, outras devagar; mas sempre se realizarão se trabalharmos por elas.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.103 ou p.112

   Uma das coisas mais importantes que A.A.me deu, em acréscimo à libertação da bebida, é a habilidade de tomar “as medidas certas”. A.A. Diz que as promessas sempre se realizarão se trabalharmos para obtê-las. Sonhando sobre elas, debatendo sobre elas, pregando sobre elas e fingindo sobre elas apenas, não funciona. Permanecerei um miserável, racionalizador, bêbado seco. Tomando as medidas e trabalhando os Doze Passos em todos os meus assuntos, terei uma vida muio além dos meus sonhos mais fantásticos.
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Meditação do dia:
Este é o milagre. Não estamos lutando contra ela, nem evitando as tentações. Sentimos como se tivéssemos sido colocados numa posição de neutralidade — protegidos e a salvo”
(Alcoólicos Anônimos, p.104 ou p.113)


Daily Reflection:

FEBRUARY 15
TAKING ACTION


Are these extravagant promises? We think not They are being fulfilled among us—sometimes quickly, sometimes slowly. They will always materialize if we work for them.

ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 84

One of the most important things A.A. has given me, in addition to freedom from booze, is the ability to take "right action." It says the promises will always materialize if I work for them. Fantasizing about them, debating them, preaching about them and faking them just won't work. I'll remain a miserable, rationalizing dry drunk. By taking action and working the Twelve Steps in all my affairs, I'll have a life beyond my wildest dreams.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 14/02

14 DE FEVEREIRO

EXPECTATIVAS VERSUS EXIGÊNCIAS

Convença todas as pessoas do fato de que podem recuperar-se independentemente de qualquer outra pessoa. As únicas condições são: confiar em Deus e retificar seu passado.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.117 ou p.126

   Tratar com as expectativas é um tópico frequente nas reuniões. Não é errado esperar o meu progresso, boas coisas da vida ou ainda um tratamento decente pelos outros. O mal está em desejar que minhas expectativas se tornem exigências. Eu me sentirei diminuído naquilo que desejo ser, e não me comprazerão, porque as pessoas algumas vezes irão me desapontar. A única questão é: “O que vou fazer a respeito?” Chafurdar em autopiedade ou raiva? Vingar-se ou tornar uma má situação ainda pior? Ou, confiar no poder de Deus para trazer bênçãos sobre a confusão na qual me encontro? Rogarei a Ele o que preciso aprender? Continuarei fazendo as coisas certas que sei como fazer, não importa o que aconteça? Terei tempo para compartilhar minha fé e bênçãos com os outros?
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Meditação do dia:
Para nosso grande alívio, descobrimos que não precisávamos levar em consideração a ideia que outras pessoas faziam de Deus. Nossa própria concepção, mesmo inadequada, era suficiente para nos aproximar e nos pôr em contato com Ele.” (Alcoólicos Anônimos, p.69 ou p.75)

Daily Reflections:

FEBRUARY 14
EXPECTATIONS vs. DEMANDS

Burn the idea into the consciousness of ever, man that he can get well regardless of anyone. The only condition is that he trust in God and clean house.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 98

Dealing with expectations is a frequent topic at meetings. It isn't wrong to expect progress of myself, good things from life, or decent treatment from others. Where I get into trouble is when my expectations become demands. I will fall short of what I wish to be and situations will go in ways I do not like, because people will let me down sometimes. The only question is: "What am I going to do about it?" Wallow in self-pity or anger; retaliate and make a bad situation worse; or will I trust in God's power to bring blessings on the messes in which I find myself? Will I ask Him what I should be learning; do I keep on doing the right things I know how to do, no matter what; do I take time to share my faith and blessings with others?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 13/02

13 DE FEVEREIRO

NÃO PODEMOS PENSAR EM SER SÓBRIOS À NOSSA MANEIRA

Para o homem ou mulher intelectualmente autosuficiente, muitos AAs podem dizer: “Sim, éramos como você – inteligentes demais para o nosso próprio bem... Secretamente, achávamos que poderíamos flutuar acima dos outros, somente com o poder da inteligência”.
NA OPINIÃO DO BILL, p.60

   Mesmo a mente mais brilhante não tem defesa contra a doença do alcoolismo. Não posso pensar em ser sóbrio à minha maneira. Tento lembrar-me que a inteligência é um atributo dado por Deus e que eu posso usar, é uma alegria – como ter talento para dançar ou desenhar ou ainda fazer um trabalho de carpintaria. Isto não me faz ser melhor do que qualquer um e, particularmente, não é ferramenta digna de confiança para recuperação. Para isto um Poder Superior a mim mesmo me devolverá a sanidade – não um alto Q.I. ou um diploma do colégio.
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Meditação do dia:
Então despertei. Tive de admitir que A.A. mostrava resultados, prodigiosos resultados. Percebi que minha atitude frente a esses resultados havia sido nada científica. Não era A.A. que tinha a mente fechada, era eu.”
(Os Doze Passos e as Doze Tradições, p.23)


Daily Reflection:


FEBRUARY 13
WE CAN'T THINK OUR WAY SOBER

To the intellectually self-sufficient man or woman, many A. A.'s can say, "Yes, we were like you—far too smart for our own good. . . . Secretly, we felt we could float above the rest of the folks on our brain power alone."
AS BILL SEES IT, p. 60

Even the most brilliant mind is no defense against the disease of alcoholism. I can't think my way sober. I try to remember that intelligence is a God-given attribute that I may use, a joy—like having a talent for dancing or drawing or carpentry. It does not make me better than anyone else, and it is not a particularly reliable tool for recovery, for it is a power greater than myself who will restore me to sanity—not a high IQ or a college degree.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 12/02

12 DE FEVEREIRO

A FONTE DE NOSSOS PROBLEMAS

Egoísmo, egocentrismo! Acreditamos que esta é a fonte de nossos problemas.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.82 ou p.91

   Como surpreende a revelação de que o mundo e tudo que ele contém, pode continuar muito bem com ou sem a minha participação! Que alívio saber que as pessoas, lugares e coisas estarão muito bem sem meu controle e direção. E como é inexplicavelmente maravilhoso vir a acreditar que existe um Poder Superior a mim, separado e independentemente de mim mesmo. Acredito que o sentimento de separação que experimento entre eu e Deus um dia desaparecerá. Enquanto isso, a fé deve servir como estrada para o centro de minha vida.
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Meditação do dia:
O que realmente me falta é ter claro em minha mente o que devo fazer, não o que devo saber, exceto na medida em que certa compreensão deve preceder toda a ação.
(Søren Kierkegaard, Diários [Espiritualidade para Céticos, p.117 e 118])


Daily Reflections:

FEBRUARY 12
"THE ROOT OF OUR TROUBLES"

Selfishness—self-centeredness! That, we think, is the root of our troubles.

ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 62

How amazing the revelation that the world, and everyone in it, can get along just fine with or without me. What a relief to know that people, places and things will be perfectly okay without my control and direction. And how wordlessly wonderful to come to believe that a power greater than me exists separate and apart from myself. I believe that the feeling of separation I experience between me and God will one day vanish. In the meantime, faith must serve as the pathway to the center of my life.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 11/02

11 DE FEVEREIRO

OS LIMITES DA AUTOCONFIANÇA

Perguntamo-nos por que os tínhamos (os medos). Não foi por falta de autoconfiança?

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.88 ou p.97

   Todos os meus defeitos de caráter me separaram da vontade de Deus. Quando ignoro minha ligação com Ele, me encontro sozinho enfrentando o mundo e o meu alcoolismo e não me resta outro recurso senão a autoconfiança.
   Nunca achei segurança e felicidade através da teimosia, e o único resultado obtido é uma vida de medo e descontentamento. Deus fornece o caminho de volta para Ele e à sua dádiva de Serenidade e conforto. Porém, primeiro devo estar disposto a conhecer meus medos e entender suas origens e poder sobre mim. Frequentemente peço a Deus para ajudar-me a entender como me separo dele.
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Meditação do dia:
Quando nossas falhas geram o medo, sofremos uma doença da alma. Essa doença, por sua vez, gera mais defeitos de caráter.”
(Na Opinião do Bill, p.196)

Daily Reflection:

FEBRUARY 11
THE LIMITS OF SELF-RELIANCE

We asked ourselves why we had them [fears]. Wasn't it because self-reliance failed us? 
 
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 68

All of my character defects separate me from God's will. When I ignore my association with Him I face the world and my alcoholism alone and must depend on self-reliance. I have never found security and happiness through self-will and the only result is a life of fear and discontent. God provides the path back to Him and to His gift of serenity and comfort. First, however, I must be willing to acknowledge my fears and understand their source and power over me. I frequently ask God to help me understand how I separate myself from Him.