sábado, 24 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 24/06

24 DE JUNHO
 UM JARDIM DE INFÂNCIA ESPIRITUAL

Estamos apenas pondo em funcionamento um jardim de infância espiritual, no qual as pessoas ficam capacitadas a parar de beber e a encontrar a graça para viver de melhor maneira.
 NA OPINIÃO DO BILL, p.95

  Quando vim para A.A. estava correndo para a garrafa e desejava perder a obsessão pela bebida, mas realmente não sabia como fazê-lo. Decidi ficar o tempo suficiente para descobrir com aqueles que vieram antes de mim. De repente estava pensando sobre Deus! Me falaram para conseguir um Poder Superior e eu não tinha ideia de como seria Este. Descobri então que havia muitos Poderes Superiores. Falaram-me para achar Deus, como eu O concebo, pois não havia doutrina de divindade em A.A. Encontrei o Poder Superior que funcionava para mim e então pedi a Ele que me devolvesse à sanidade. A obsessão pela bebida foi removida e – um dia de cada vez – minha vida continuou e aprendi como viver sóbrio.
______

Meditação do dia:
Assim, quando ouço hoje a Música das Esferas de Deus, posso ouvir novamente aqueles coros divinos através dos quais sou informado de que o Grande Compositor me ama – e de que eu O amo.”
(O Melhor de Bill, p.46/47)


Daily Reflection
JUNE 24
A SPIRITUAL KINDERGARTEN

We are only operating a spiritual kindergarten in which people are enabled to get over drinking and find the grace to go on living to better effect.
AS BILL SEES IT, p. 95


When I came to A.A., I was run down by the bottle and wanted to lose the obsession to drink, but I didn't really know how to do that. I decided to stick around long enough to find out from the ones who went before me. All of a sudden I was thinking about God! I was told to get a Higher Power and I had no idea what one looked like. I found out there are many Higher Powers. I was told to find God, as I understand Him, that there was no doctrine of the Godhead in A.A. I found what worked for me and then asked that Power to restore me to sanity. The obsession to drink was removed and – one day at a time – my life went on, and I learned how to live sober. 

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 23/06

23 DE JUNHO
 CONFIANDO NOS OUTROS

Mas acaso a confiança exige que sejamos cegos em relação aos motivos dos outros ou até aos nossos? Absolutamente; isto seria uma loucura. Certamente deveríamos avaliar tanto a capacidade de fazer o mal como a capacidade de fazer o bem nas pessoas em quem vamos confiar. Esse inventário particular pode revelar o grau de confiança que podemos depositar em qualquer situação que se apresente.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 144

  Eu não sou vítima dos outros, mas sim uma vítima de minhas expectativas, escolhas e desonestidade. Quando espero que os outros sejam o que eu quero que sejam e não o que eles são, quando eles deixam de alcançar minhas expectativas, então me magoo. Quando minhas escolhas são baseadas em meu egocentrismo, me encontro sozinho e desconfiado. Adquiro confiança em mim mesmo, contudo, quando pratico a honestidade em todos os meus assuntos. Quando examino meus motivos e sou honesto e confiante, sou consciente dos possíveis danos que surgem em algumas situações, podendo assim evitá-las.
______

Meditação do dia:
Quando a confiança envolve uma outra pessoa, talvez a ideia mais importante, mas negligenciada, a defender seja a de que confiar muda a pessoa que confia. De fato, quando a confiança envolve a confiança concreta em outra pessoa, eu afirmaria também que o confiar muda ambas as pessoas, a que é objeto da confiança e a que confia.”
(Espiritualidade para Céticos – Robert C. Solomon, p.114)

Daily Reflection
JUNE 23
 TRUSTING OTHERS

But does trust require that we be blind to other people's motives or, indeed, to our own? Not at all; this would be folly. Most certainly, we should assess the capacity for harm as well as the capability for good in every person that we would trust. Such a private inventory can reveal the degree of confidence we should extend in any given situation.
AS BILL SEES IT, p. 144


I am not a victim of others, but rather a victim of my expectations, choices and dishonesty. When I expect others to be what I want them to be and not who they are, when they fail to meet my expectations, I am hurt. When my choices are based on self-centeredness, I find I am lonely and distrustful. I gain confidence in myself, however, when I practice honesty in all my affairs. When I search my motives and am honest and trusting, I am aware of the capacity for harm in situations and can avoid those that are harmful. 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 22/06

22 DE JUNHO
 HOJE, ESTOU LIVRE

Isso me levou à boa e saudável conclusão de que havia muitas situações no mundo sobre as quais eu não tinha nenhum poder pessoal – que se estava tão pronto a admitir isso a respeito do álcool, devia admitir também em relação a muitas outras coisas. Tinha que ficar quieto e entender que Ele era Deus, não eu.
 NA OPINIÃO DO BILL, p.114

            Estou aprendendo a praticar aceitação em todas as circunstâncias de minha vida, para poder desfrutar de paz de espírito. Houve um tempo em que a vida era uma batalha constante, porque eu sentia que tinha que passar cada dia lutando comigo mesmo e com todo mundo. Finalmente isso tornou-se uma batalha perdida. Terminava embriagado e chorando sobre minha miséria. Quando comecei a me soltar e a deixar Deus tomar conta de minha vida, comecei a ter paz de espírito. Hoje sou livre.
            Não preciso lutar contra mais nada nem contra ninguém.
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Meditação do dia:
Demonstramos nossa humildade permitindo que Deus nos conduza por nossa cura. Nossa diretriz precisa ser o caminho dele, não o nosso.”
(Doze Passos para os Cristãos – jornada espiritual com amor exigente, p.105)


Daily Reflection
JUNE 22
TODAY, I'M FREE

This brought me to the good healthy realization that there were plenty of situations left in the world over which I had no personal power – that if I was so ready to admit that to be the case with alcohol, so I must make the same admission with respect to much else. I would have to be still and know that He, not I, was God.
AS BILL SEES IT, p. 114


I am learning to practice acceptance in all circumstances of my life, so that I may enjoy peace of mind. At one time life was a constant battle because I felt I had to go through each day fighting myself, and everyone else. Eventually, this became a losing battle. I ended up getting drunk and crying over my misery. When I began to let go and let God take over my life I began to have peace of mind. Today, I am free. I do not have to fight anybody or anythinganymore. 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.; 21/06

21 DE JUNHO
 MEDO E FÉ
A conquista da libertação do medo é uma tarefa para toda a vida, é algo que nunca pode ficar completamente concluído.
         Ao sermos duramente atacados, estarmos gravemente enfermos ou em qualquer situação de séria insegurança, todos nós vamos reagir a essa emoção de alguma maneira – bem ou mal – conforme o caso se apresente. Somente os que enganam a si mesmos alegam que estão totalmente livres do medo.
 NA OPINIÃO DO BILL, p.263
         O medo causou-me muito sofrimento, quando poderia ter tido mais fé. Há horas em que o medo subitamente me arrasa. Justamente quando estou experimentando sentimentos de alegria, felicidade e leveza no coração. A fé – e um sentimento de valor próprio em relação a um Poder Superior – me ajudam a suportar a tragédia e o êxtase. Quando optar por entregar ao meu Poder Superior todos os meus medos, então eu serei livre.
______

Meditação do dia:
O vasto medo subjacente à inexistência de um significado começa a desaparecer. Consequentemente, nós de A.A. descobrimos que nosso antídoto básico para o medo é um despertar espiritual.”
(A Linguagem do Coração, p.316 ou O Melhor de Bill, p.16)

Daily Reflection
JUNE 21
FEAR AND FAITH

The achievement of freedom from fear is a lifetime undertaking, one that can never be wholly completed. When under heavy attack, acute illness, or in other conditions of serious insecurity, we shall all react to this emotion — well or badly, as the case may be. Only the self-deceived will claim perfect freedom from fear.
AS BILL SEES IT, p. 263


Fear has caused suffering when I could have had more faith. There are times when fear suddenly tears me apart, just when I'm experiencing feelings of joy, happiness and a lightness of heart. Faith — and a feeling of self-worth toward a Higher Power — helps me endure tragedy and ecstasy. When I choose to give all of my fears over to my Higher Power, I will be free. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 20/06

20 DE JUNHO
 LIBERTAÇÃO DO MEDO

O problema de acabar com o medo apresenta dois aspectos.
   Vamos ter que tentar nos libertar de todo o medo que for possível. Depois, vamos precisar encontrar tanto a coragem como a graça para lidar construtivamente com qualquer espécie de medo que ainda reste.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 61

    A maioria de minhas decisões eram baseadas no medo. O álcool tornou a vida mais fácil de encarar, mas chegou a hora em que o álcool não era mais uma alternativa para o medo.
      Uma das maiores dádivas em A.A. para mim foi a coragem para agir, o que posso fazer com a ajuda de Deus. Após cinco anos de sobriedade, precisei tratar com uma pesada dose de medo. Deus colocou pessoas na minha vida para me ajudar a fazer isso e, praticando os Doze Passos, estou me tornando a pessoa completa que desejo ser e, por isto, sou profundamente grato.
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Meditação do dia:
Tentar entender nossos temores e os temores dos outros é apenas o primeiro passo. A questão maior é saber como e para onde iremos a partir desse ponto.”
(A Linguagem do Coração, 314 ou O Melhor de Bill, p.13)


Daily Reflection
JUNE 20
RELEASE FROM FEAR


The problem of resolving fear has two aspects. We shall have to try for all the freedom from fear that is possible for us to attain. Then we shall need to find both the courage and grace to deal constructively with whatever fears remain.
AS BILL SEES IT, p. 61



Most of my decisions were based on fear. Alcohol made life easier to face, but the time came when alcohol was no longer an alternative to fear. One of the greatest gifts in A.A. for me has been the courage to take action, which I can do with God's help. After five years of sobriety I had to deal with a heavy dose of fear. God put the people in my life to help me do that and, through my working the Twelve Steps, I am becoming the whole person I wish to be and, for that, I am deeply grateful.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 19/06

19 DE JUNHO
 REGENERAÇÃO EM A.A.

Tal é o paradoxo da regeneração em A.A.: a força nascendo da fraqueza e da derrota completa; a perda de uma vida antiga como condição para encontrar uma nova.

A.A. ATINGE A MAIORIDADE, p.41 ou p.39

            Milhares de reveses por causa do álcool não me deram coragem de admitir minha derrota. Acreditava que era minha obrigação moral conquistar meu “inimigo-amigo”. Na minha primeira reunião de A.A., fui abençoado com um sentimento de que estava tudo bem admitir a derrota para uma doença que não tinha nada a ver com a minha “fibra moral”. Instintivamente soube que estava na presença de um grande amor, quando entrei pelas portas de A.A. Sem nenhum esforço de minha parte, fiquei consciente de que amar a mim mesmo era bom e correto, como Deus pretendia. Meus sentimentos me libertaram, enquanto meus pensamentos tinham me mantido na escravidão. Eu sou grato.
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Meditação do dia:
Posso recordar como as agonias do alcoolismo, a dor da revolta e do orgulho ferido frequentemente me levaram à graça de Deus, e portanto a uma nova liberdade.”
(Na Opinião do Bill, p.266)
 Daily Reflection
JUNE 19
"A.A. REGENERATION"

Such is the paradox of A.A. regeneration: strength arising out of complete defeat and weakness, the loss of one's old life as a condition for finding a new one.
A.A. COMES OF AGE, p. 46


A thousand beatings by John Barleycorn did not encourage me to admit defeat. I believed it was my moral obligation to conquer my "enemy-friend." At my first A.A. meeting I was blessed with a feeling that it was all right to admit defeat to a disease which had nothing to do with my "moral fiber." I knew instinctively that I was in the presence of a great love when I entered the doors of A.A. With no effort on my part, I became aware that to love myself was good and right, as God had intended. My feelings set me free, where my thoughts had held me in bondage. I am grateful.

domingo, 18 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 18/06

18 DE JUNHO
 UMA IRMANDADE DE LIBERDADE

... se os homens tivessem garantida liberdade absoluta e não fossem obrigados a obedecer a ninguém, eles então voluntariamente se associariam a um interesse comum...

NA OPINIÃO DO BILL, p.50

       Quando eu não vivo mais sob o comando do outro ou do álcool, vivo uma nova liberdade. Quando me liberto do passado e de todo excesso de bagagem que tenho carregado por tanto tempo, eu venho a conhecer a liberdade. Fui introduzido numa vida e numa Irmandade de liberdade. Os Passos são uma maneira “sugerida” de encontrar uma nova vida, não existem ordem nem comandos em A.A. Sou livre para servir pelo desejo e não por decreto. Há o entendimento de que serei beneficiado com o crescimento dos outros membros, e o que aprendo compartilho com o Grupo. O “bem-estar comum” encontra espaço para crescer na sociedade da liberdade pessoal.
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Meditação do dia:
A forma pela qual a verdade nos torna livres é algo que nós AAs podemos entender muito bem. Ela rompe as cadeias que antes nos prendiam ao álcool. Ela continua a nos libertar dos conflitos e das misérias que fogem à nossa avaliação; ela expulsa o medo e o isolamento.”
 (O Melhor de Bill, p.34)

Daily Reflection
JUNE 18
A FELLOWSHIP OF FREEDOM

. . . if only men were granted absolute liberty, and were compelled to obey no one, they would then voluntarily associate themselves in the common interest
AS BILL SEES IT, p. 50


When I no longer live under the dictates of another or of alcohol, I live in a new freedom. When I release the past and all the excess baggage I have carried for so very long, I come to know freedom. I have been introduced into a life and a fellowship of freedom. The Steps are a "recommended" way of finding a new life, there are no commands or dictates in A.A. I am free to serve from desire rather than decree. There is the understanding that I will benefit from the growth of other members and I take what I learn and bring it back to the group. The "common welfare" finds room to grow in the society of personal freedom.

sábado, 17 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 17/06

17 DE JUNHO
 “BEM DENTRO DE NÓS”

Encontramos a Grande Realidade dentro de nós. Em última análise, somente ali Ele pode ser achado... procurem diligentemente dentro de vocês... Com esta atitude não poderão fracassar. O conhecimento consciente de sua própria crença chegará com segurança.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.77 ou p.84

    Eu estava em profunda solidão, depressão e desespero quando procurei a ajuda de A.A. Quando fui me recuperando e comecei a ver como minha vida estava vazia e em ruínas, comecei a me abrir para a possibilidade curadora que a recuperação oferece através do programa de A.A. Indo às reuniões, permanecendo sóbrio e praticando os Passos, tive a oportunidade de ouvir com atenção crescente as profundezas de minha alma. Todo dia eu esperava, com esperança e gratidão, por esta crença segura e este amor constante pelos quais esperei por muito tempo em minha vida. Neste processo eu encontrei meu Deus, como eu O entendo.
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Meditação do dia:
Acredite mais profundamente: Levante a cabeça para a Luz, ainda que no momento você não possa ver.”
(Na Opinião do Bill, p. 3)
Daily Reflection


JUNE 17
"DEEP DOWN WITHIN US"

We found the Great Reality deep down within us. In the last analysis it is only there that He may be found. . . . search diligently within yourself. . . . With this attitude you cannot fail. The consciousness of your belief is sure to come to you.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 55


It was out of the depths of loneliness, depression and despair that I sought the help of A.A. As I recovered and began to face the emptiness and ruin of my life, I began to open myself to the possibility of the healing that recovery offers through the A.A. program. By coining to meetings, staying sober, and taking the Steps, I had the opportunity to listen with increasing attentiveness to the depths of my soul. Daily I waited, in hope and gratitude, for that sure belief and steadfast love I had longed for in my life. In this process, I met my God, as I understand Him.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 16/06

16 DE JUNHO
 MENTE ABERTA

Descobrimos que Deus não impõe condições árduas aos que O buscam. Para nós, o Reino do Espírito é amplo e espaçoso; não é privativo nem vedado aos que o buscam sinceramente. Acreditamos que ele esteja aberto para todos.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 7

  A mente aberta para conceitos de um Poder Superior pode abrir portas para o espírito. Muitas vezes encontro o espírito humano em vários dogmas e fé. Posso ser espiritual quando compartilho de mim mesmo. O compartilhar de mim mesmo me une à raça humana e me traz mais próximo de Deus, como eu O entendo.
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Meditação do dia:
A desculpa seguinte era: 'Deus sabe muito bem que eu tenho medonhas compulsões. Não consigo simplesmente superar essa. Assim, Ele terá que me libertar'. Finalmente vinha o instante em que eu gritava: 'Isso eu positivamente não farei; nem mesmo tentarei'. É claro que meus conflitos continuavam se acumulando, porque eu simplesmente estava cheio de desculpas e recusas.”
(O Melhor de Bill, p. 42)


Daily Reflection
JUNE 16
OPEN-MINDEDNESS

We have found that God does not make too hard terms with those who seek Him. To us, the realm of spirit is broad, roomy, all inclusive, never exclusive or forbidding to those who earnestly seek. It is open, we believe, to all men.
AS BILL SEES IT, p. 7


Open-mindedness to concepts of a Higher Power can open doors to the spirit. Often I find the human spirit in various dogmas and faiths. I can be spiritual in the sharing of myself. The sharing of self joins me to the human race and brings me closer to God, as I understand Him.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 15/06

15 DE JUNHO
 FAZENDO DE A.A. O TEU PODER SUPERIOR

... você poderá, se quiser ... considerar A.A. em si como sua força superior”. Nele se encontra um grande número de pessoas que resolveram seus problemas com o álcool... muitos membros... atravessaram a barreira inicial... sua fé se ampliou e se aprofundou... transformados, chegaram a acreditar num Poder Superior.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.23

   Ninguém era maior que eu, ao menos aos meus olhos, quando eu bebia. Todavia, não podia sorrir para mim no espelho, assim é que cheguei em A.A. onde, com outros, ouvi falar de um Poder Superior. Não podia aceitar o conceito de um Poder Superior, porque acreditava que Deus era cruel e sem amor. Em desespero escolhi uma mesa, uma árvore, depois meu Grupo de A.A. como meu Poder Superior. O tempo passou, minha vida melhorou e comecei a pensar sobre este Poder Superior. Pouco a pouco, com paciência, humildade e muitas perguntas, comecei a acreditar em Deus.
  Agora meu relacionamento com meu Poder Superior me dá força para viver uma vida sóbria e feliz.
______

Meditação do dia:
Na realidade, não costumávamos ter nenhuma concepção racional. Costumávamos nos divertir, ridicularizando cinicamente as crenças e as práticas espirituais, quando poderíamos ter visto que muitas pessoas espiritualizadas, de todas as raças, cores e credos, estavam demonstrando ter um grau de equilíbrio emocional, felicidade e utilidade que deveríamos ter procurado para nós mesmos.”
(Na Opinião do Bill, p.301)


Daily Reflection
JUNE 15
MAKING A.A. YOUR HIGHER POWER

". . . You can . . . make A.A. itself your 'higher power.' Here's a very large group of people who have solved their alcohol problem. . . . many members . . . have crossed the threshold just this way. . . . their faith broadened and deepened. . . . transformed, they came to believe in a Higher Power. . . . "
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, pp. 27-28


No one was greater than I, at least in my eyes, when I was drinking. Nevertheless, I couldn't smile at myself in the mirror, so I came to A.A. where, with others, I heard talk of a Higher Power. I couldn't accept the concept of a Higher Power because I believed God was cruel and unloving. In desperation I chose a table, a tree, then my A.A. group, as my Higher Power. Time passed, my life improved, and I began to wonder about this Higher Power. Gradually, with patience, humility and a lot of questions, I came to believe in God. Now my relationship with my Higher Power gives me the strength to live a happy, sober life.

Reflexões Diárias de A.A.: 15/06

15 DE JUNHO
 FAZENDO DE A.A. O TEU PODER SUPERIOR

... você poderá, se quiser ... considerar A.A. em si como sua força superior”. Nele se encontra um grande número de pessoas que resolveram seus problemas com o álcool... muitos membros... atravessaram a barreira inicial... sua fé se ampliou e se aprofundou... transformados, chegaram a acreditar num Poder Superior.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.23

   Ninguém era maior que eu, ao menos aos meus olhos, quando eu bebia. Todavia, não podia sorrir para mim no espelho, assim é que cheguei em A.A. onde, com outros, ouvi falar de um Poder Superior. Não podia aceitar o conceito de um Poder Superior, porque acreditava que Deus era cruel e sem amor. Em desespero escolhi uma mesa, uma árvore, depois meu Grupo de A.A. como meu Poder Superior. O tempo passou, minha vida melhorou e comecei a pensar sobre este Poder Superior. Pouco a pouco, com paciência, humildade e muitas perguntas, comecei a acreditar em Deus.
  Agora meu relacionamento com meu Poder Superior me dá força para viver uma vida sóbria e feliz.
______

Meditação do dia:
Na realidade, não costumávamos ter nenhuma concepção racional. Costumávamos nos divertir, ridicularizando cinicamente as crenças e as práticas espirituais, quando poderíamos ter visto que muitas pessoas espiritualizadas, de todas as raças, cores e credos, estavam demonstrando ter um grau de equilíbrio emocional, felicidade e utilidade que deveríamos ter procurado para nós mesmos.”
(Na Opinião do Bill, p.301)


Daily Reflection
JUNE 15
MAKING A.A. YOUR HIGHER POWER

". . . You can . . . make A.A. itself your 'higher power.' Here's a very large group of people who have solved their alcohol problem. . . . many members . . . have crossed the threshold just this way. . . . their faith broadened and deepened. . . . transformed, they came to believe in a Higher Power. . . . "
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, pp. 27-28


No one was greater than I, at least in my eyes, when I was drinking. Nevertheless, I couldn't smile at myself in the mirror, so I came to A.A. where, with others, I heard talk of a Higher Power. I couldn't accept the concept of a Higher Power because I believed God was cruel and unloving. In desperation I chose a table, a tree, then my A.A. group, as my Higher Power. Time passed, my life improved, and I began to wonder about this Higher Power. Gradually, with patience, humility and a lot of questions, I came to believe in God. Now my relationship with my Higher Power gives me the strength to live a happy, sober life.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 14/06

14 DE JUNHO
 QUANDO AS COISAS FICAM DIFÍCEIS

É um programa de vida que funciona nos momentos difíceis.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.38 ou p. 45

  Quando vim para A.A., percebi que A.A. funcionava maravilhosamente para me ajudar a ficar sóbrio. Mas poderia funcionar com os problemas reais da vida, não apenas com a bebida? Eu tinha minhas dúvidas. Após estar sóbrio por mais de dois anos, consegui minha resposta. Perdi meu emprego, desenvolvi problemas físicos, meu pai diabético perdeu uma perna e alguém que eu amava me deixou por outro – e tudo isto aconteceu num período de duas semanas. A realidade me golpeou; mas A.A. estava lá para apoiar, confortar e me fortificar. Os princípios que aprendi nos primeiros dias de sobriedade, tornaram-se o esteio de minha vida, pois não somente superei o que aconteceu, como nunca deixei de ser capaz de ajudar os ingressantes. A.A. me ensinou a não ficar dominado, mas, ao invés disto, aceitar e entender a minha vida como queira que se desdobre.
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Meditação do dia:
O que importa é que estejamos dispostos a crescer espiritualmente. Os princípios apresentados são orientações para o progresso espiritual, em vez de perfeição espiritual.”
(Na Opinião do Bill, p.167)

 Daily Reflection
JUNE 14
WHEN THE GOING GETS ROUGH

It is a design for living that works in rough going.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 15


When I came to A.A., I realized that A.A. worked wonderfully to help keep me sober. But could it work on real life problems, not concerned with drinking? I had my doubts. After being sober for more than two years I got my . I lost my job, developed physical problems, my diabetic father lost a leg, and someone I loved left me for another —and all of this happened during a two-week period. Reality crashed in, yet A.A. was there to support, comfort, and strengthen me. The principles I had learned during my early days of sobriety became a mainstay of my life for not only did I come through, but I never stopped being able to help newcomers. A.A. taught me not to be overwhelmed, but rather to accept and understand my life as it unfolded.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Reflexões diárias de A.A.: 13/06

13 DE JUNHO
 VIVENDO NOSSAS REPARAÇÕES

Viver durante anos com um alcoólico, pode tornar qualquer esposa ou filho neuróticos. Até certo ponto, a família inteira está doente.”
 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 139 ou p. 151

  É muito importante para mim perceber que, como um alcoólico, eu não somente machuquei a mim mesmo, como também todos à minha volta. Fazer reparações à minha família e para as famílias de alcoólicos que ainda sofrem, sempre será importante. Entender a devastação que causei e tentar reparar a destruição, será um esforço para toda a vida. O exemplo de minha sobriedade pode dar aos outros esperança e fé para que se ajudem a si mesmos.
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Meditação do dia:
À medida que as coisas vão piorando o marido se transforma numa criança doente e irresponsável, que precisa ser cuidada e tirada de inúmeras embrulhadas e becos sem saída. (…) Quer a família adote ou não um modo de vida espiritual, o membro alcoólico tem que adotá-lo, se quiser se recuperar.”
(Na Opinião do Bill, p.123)


Daily Reflection
 JUNE 13
LIVING OUR AMENDS

"Years of living with an alcoholic is almost sure to make any wife or child neurotic. The entire family is, to some extent, ill."
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 122


It is important for me to realize that, as an alcoholic, I not only hurt myself, but also those around me. Making amends to my family, and to the families of alcoholics still suffering, will always be important. Understanding the havoc I created and trying to repair the destruction, will be a lifelong endeavor. The example of my sobriety may give others hope, and faith to help themselves.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 12/06

12 DE JUNHO
FORMANDO UMA VERDADEIRA PARCERIA

Mas, o maior sofrimento que temos padecido se originam de nossas relações deturpadas com parentes, amigos e a sociedade em geral.
            Temos sido por demais obtusos e teimosos nestas relações. O fato principal que deixamos de reconhecer é a nossa incapacidade total de manter uma verdadeira intimidade com outro ser humano.
 OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.46

            Estas palavras podem ser aplicadas a mim? Eu ainda sou incapaz de formar uma verdadeira parceria com outro ser humano? Que terrível desvantagem seria para mim levar esta minha vida sóbria! Na minha sobriedade meditarei e rezarei, para descobrir como posso me tornar um amigo e companheiro de confiança.
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Meditação do dia:
Poucas pessoas podem afirmar que amam com sinceridade todo mundo. A maioria de nós tem que admitir ter amado apenas alguns outros semelhantes; ter sido indiferente a muitos, e ter nutrido antipatia e até mesmo ódio a muitos outros.”
(Na Opinião do Bill, p.230)


Daily Reflection
JUNE 12
FORMING TRUE PARTNERSHIPS

But it is from our twisted relations with family, friends, and society at large that many of us have suffered the most. We have been especially stupid and stubborn about them. The primary fact that we fail to recognize is our total inability to form a true partnership with another human being.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 53


Can these words apply to me, am I still unable to form atrue partnership with another human being? What a terrible handicap that would be for me to carry into my sober life! In my sobriety I will meditate and pray to discover how I may be a trusted friend and companion.

domingo, 11 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 11/06

11 DE JUNHO
 OBRIGAÇÕES FAMILIARES

...Uma vida espiritual que não inclua... obrigações familiares, poderá não ser tão perfeita.

ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.145 ou p.158

       Posso estar fazendo grandes progressos no programa – praticando-o nas reuniões, no trabalho, nas atividades de serviço – e descobrir que as coisas estão se dilapidando em casa. Contava com as pessoas que amo para me entender, mas elas não podem. Contava com elas para ver e avaliar meu progresso mas, elas não podem – a não ser que eu lhes mostre.
  Ignoro suas necessidades e desejos de ter minha atenção e meu interesse? Quando estou com elas fico irritado ou aborrecido? As minhas reparações são um “desculpem-me” resmungado, ou tomam a forma de paciência e tolerância? Fico pregando tentando reformá-las ou castigá-las? “A vida espiritual não é uma teoria. Nós temos que vivê-la.” (Alcoólicos Anônimos, p. 102 ou p. 111)
______


Meditação do dia:
Percebi que tinha vivido muito sozinho, muito afastado de meus semelhantes e muito surdo àquela voz interior. Em vez de me ver como um simples portador que levava a mensagem da experiência, eu estava me considerando como um fundador de A.A.”
(Na Opinião do Bill, p.133)


Daily Reflection
JUNE 11
FAMILY OBLIGATIONS

. . . a spiritual life which does not include . . . family obligations may not be so perfect after all.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 129


I can be doing great in the program—applying it at meetings, at work, and in service activities—and find that things have gone to pieces at home. I expect my loved ones to understand, but they cannot. I expect them to see and value my progress, but they don't—unless I show them. Do I neglect their needs and desires for my attention and concern? When I'm around them, am I irritable or boring? Are my "amends" a mumbled "Sorry," or do they take the form of patience and tolerance? Do I preach to them, trying to reform or "fix" them? Have I ever really cleaned house with them! "The spiritual life is not a theory. We have to live it" (Alcoholics Anonymous, p. 83).

Como AA começou - JUNAAB


JUNHO DE 1935
 

A ORIGEM DE ALCOÓLICOS ANÔNIMOS


Bill W. e o Dr. Bob encontraram-se pela primeira vez no dia 12 de maio de 1935, quando Bill W., tratou de procurar outro alcoólico para conversar na tentativa desesperada- e inspirada -  de superar a tentação para beber por causa da solidão e do fracasso no negócio que foi realizar em Akron, Ohio,  enviado pela corretora onde trabalhava, em Nova York. O encontro aconteceu na casa de Henrietta Seiberling e durante o qual, Bill W., sóbrio havia cinco meses, explicou ao Dr. Bob - um bêbado inveterado já desistindo de procurar uma solução, a natureza exata da condição comum aos dois conforme o Dr. William D. Silkworth – um médico de Nova York, lhe tinha descrito, ao dizer que se tratava de uma doença caracterizada por uma obsessão mental seguida de uma alergia física. O Dr. Bob subitamente compreendeu o que lhe afligia; como médico, nunca tinha pensado nessa possibilidade. Passadas mais de cinco horas de compartilhamento e reciprocidade produziu-se a identificação necessária entre dois alcoólicos que, falando de si próprios, um para o outro, conseguem manter-se afastados da bebida, e desta constatação deriva toda a proposta de A.A. Após esse encontro, Bill W. ficou hospedado na casa do Dr. Bob em Akron, onde acompanhou os esforços do Dr. Bob para manter a sobriedade, até a sua volta para Nova York dois meses depois.
Algumas semanas depois daquela data, o Dr. Bob foi participar da Convenção Médica Americana Anual em Atlantic City, Nova Jersey. Durante a viagem e na Convenção bebeu o tempo todo e, ao voltar para casa alguns dias depois, foi recolhido pela enfermeira do seu consultório e o marido dela na estação ferroviária de Akron totalmente bêbado; teve um apagamento que durou mais de 24 horas e levou três dias para curtir a ressaca. Logo após esse evento, o Dr. Bob tinha agendada uma operação cirúrgica no Hospital Municipal de Akron onde trabalhava na especialidade de proctologia; Bill observou que não teria condições de segurar o bisturi devido à tremedeira e ofereceu-lhe uma garrafa de cerveja. A operação foi bem sucedida e aquela cerveja foi a última bebida alcoólica que o Dr. Bob tomou pelo resto da sua vida. O Dr. Bob morreu sóbrio, em 16 de novembro de 1950. Embora tenha havido outras datas importantes na historia de A. A. e a data específica tenha sido consensual, devido a este fato – o último gole do Dr. Bob - é de acordo geral que a Irmandade de Alcoólicos Anônimos começou lá, em Akron, no dia 10 de junho de 1935.
No dia seguinte, o Dr. Bob propôs a Bill trabalharem juntos ajudando outros alcoólicos. No dia 28 de junho abordaram Bill D.,  advogado, internado por alcoolismo no City Hospital de Akron, pela sexta vez nos últimos quatro meses. Bill D. veio a ser o AA nº 3. Nunca mais voltou a beber e continuou a ser um membro ativo de A.A. até sua morte em 1954.
O Anônimo Número 4 não demorou a aparecer. Foi no final de julho e seu nome era Ernie G. de apenas 30 anos de idade e"jovem demais" aos olhos de seus padrinhos. Ernie permaneceu sóbrio durante um ano e então deu uma derrapada que durou sete meses. Embora tivesse problemas com a bebida pelo resto da vida, sua sobriedade inicial desempenhou um papel importante naqueles tempos de pioneirismo.
O 5º AA foi Phil S. que ficou sóbrio em fins de agosto daquele ano, depois de ficar internado durante oito dias no City Hospital; duas semanas depois voltou a embriagar-se, foi preso e condenado a 30 dias de cadeia; foi libertado por intermediação de Bill D. após concordar em ficar sob vigilância do Dr. Bob.
Aos poucos se foram juntando outros alcoólicos, e começaram a se reunir todas as quartas-feiras à noite na casa de T. Henry e Clarace Williams em Akron - onde também se reuniam os membros do Grupo de Oxford, formando, assim, o Grupo Número Um de A.A.- embora à época, o nome Alcoólicos Anônimos ainda não tivesse sido escolhido, fato este, que somente viria acontecer em1939. 
Por causa deste aniversário de 82 anos do A.A. no mundo, podemos encher nossos olhos e nosso peito para  celebrar os 70 anos  de efeitos daquele encontro em junho de 1935 aqui no Brasil e até quando  Ele precisar de nós.
 
CAHist – Comitê de Arquivos Históricos da Junaab

sábado, 10 de junho de 2017

Reflexões Diárias de A.A.: 10/06

10 DE JUNHO
 
IMPACIENTE? TENTE LEVITAR

Reagimos mais fortemente às frustrações do que as pessoas normais.

NA OPINIÃO DO BILL, p.111

  Impaciência com as outras pessoas é um dos meus maiores defeitos. Seguir um carro que anda devagar numa avenida que não dá ultrapassagem, ou esperar pela conta num restaurante, me levam à loucura. Antes de dar uma chance a Deus para me acalmar, explodo, e isso é o que chamo ser mais rápido que Deus. Esta experiência repetida várias vezes me deu uma ideia. Pensei que se eu pudesse olhar para estes acontecimentos sob o ponto de vista de Deus, poderia controlar melhor meu comportamento e meus sentimentos. Tentei e quando encontrei outro motorista lento, olhei o outro carro e a mim mesmo. Vi um casal de velhos dirigindo e conversando alegremente sobre os seus netos. Eles eram seguidos por mim, carrancudo e o rosto vermelho – que não tinha hora marcada para encontrar ninguém. Eu parecia tão bobo que caí na realidade e diminui a marcha. Ver as coisas do ponto de vista de Deus pode ser muito relaxante.
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Meditação do dia:

É assim que poderei encontrar e permanecer na Estrada para a Humildade que fica entre o pântano e a terra do outro lado. É portanto permanentemente necessário um inventário constante que possa revelar quando estou saindo do caminho.”
(O Melhor de Bill, p.40)

Daily Reflection
JUNE 10
IMPATIENT? TRY LEVITATING

We reacted more strongly to frustrations than normal people.
AS BILL SEES IT, p. I l l

Impatience with other people is one of my principal failings. Following a slow car in a no-passing lane, or waiting in a restaurant for the check, drives me to distraction. Before I give God a chance to slow me down, I

explode, and that's what I call being quicker than God. That repeated experience gave me an idea. I thought if I could look down on these events from God's point of view, I might better control my feelings and behavior. I tried it and when I encountered the next slow driver, I levitated and looked down on the other car and upon myself. I saw an elderly couple driving along, happily chatting about their grandchildren. They were followed by me—bug-eyed and red of face—who had no time schedule to meet anyway. I looked só silly that I dropped back into reality and slowed down. Seeing things from God's angle of vision can be very relaxing.