domingo, 26 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 26/04


26 DE ABRIL
 FELICIDADE NÃO É O PONTO PRINCIPAL

Não acho que a felicidade ou a infelicidade seja o ponto principal. Como enfrentamos os problemas que chegam a nós?
     Como aprendemos através deles, e transmitimos o que aprendemos aos outros, se é que querem aprender?
 NA OPINIÃO DO BILL, p.306

     Na minha busca “para ser feliz” mudei de empregos, casei e me divorciei, tentei curas geográficas e me endividei – financeiramente, emocionalmente e espiritualmente. Em A.A. estou aprendendo a crescer. Ao invés de exigir que pessoas, lugares e coisas me façam feliz, posso pedir a Deus que me faça aceitar a mim mesmo. Quando um problema me domina, os Doze Passos de A.A. me ajudam a crescer através da dor. O conhecimento que ganho pode ser um presente para outros que sofrem do mesmo problema. Como disse Bill: “Quando chega a dor, se espera que aprendamos a lição com boa vontade, e ajudamos os outros a aprenderem. Quando a felicidade chega, a aceitamos como uma dádiva e agradecemos a Deus por obtê-la.”
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Meditação do dia:
Há ocasiões em que utilizamos um bem como se fosse um mal e, ao contrário, um mal como se fosse um bem.”
(Epicuro [filósofo grego] – Carta sobre a Felicidade)


Daily Reflection


APRIL 26
HAPPINESS IS NOT THE POINT
I don't think happiness or unhappiness is the point. How do we meet the problems we face? How do we best learn from them and transmit what we have learned to others, if they would receive the knowledge?
AS BILL SEES IT, p. 306


In my search "to be happy," I changed jobs, married and divorced, took geographical cures, and ran myself into debt—financially, emotionally and spiritually. In A.A., I'm learning to grow up. Instead of demanding that people, places and things make me happy, I can ask God for selfacceptance. When a problem overwhelms me, A.A.'s Twelve Steps will help me grow through the pain. The knowledge I gain can be a gift to others who suffer with the same problem. As Bill said, "When pain comes, we are expected to learn from it willingly, and help others to learn. When happiness comes, we accept it as a gift, and thank God for it." (As Bill Sees It, p. 306)

sábado, 25 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 25/04


25 DE ABRIL
 ENTRANDO NUMA NOVA DIMENSÃO

Nos últimos estágios de nosso alcoolismo ativo, a vontade de resistir já não existe. Portanto, quando admitimos a derrota total e quando nos tornamos inteiramente dispostos a tentar os princípios de A.A., nossa obsessão desaparece e entramos numa nova dimensão – a liberdade sob a vontade de Deus, como nós O concebemos.
 NA OPINIÃO DO BILL, p.283

    Sou feliz por estar entre aqueles que tiveram esta impressionante transformação de suas vidas. Quando entrei pelas portas de A.A., sozinho e desesperado, estava vencido e disposto a acreditar em qualquer coisa que ouvisse. Uma das coisas que ouvi foi: “Esta pode ser sua última ressaca, ou você pode continuar dando voltas e mais voltas.”
     O homem que disse isto estava muito melhor do que eu, obviamente. Gostei da ideia de admitir minha derrota e, desde então estou sempre livre! Meu coração ouviu o que minha mente não podia ouvir: “Ser impotente perante o álcool não é muito.” Estou livre e sou grato!
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Meditação do dia:
Como poderemos então trabalhar cada vez mais para reduzir nossa culpa, revolta e orgulho?”
(O Melhor de Bill, p.38)

Daily Reflection


APRIL 25
ENTERING A NEW DIMENSION


In the late stages of our drinking the will to resist has fled. Yet when we admit complete defeat and when we become entirely ready to try A. A. principles, our obsession leaves us and we enter a new dimension—freedom under God as we understand Him.
AS BILL SEES IT, p. 283


I am fortunate to be among the ones who have had this awesome transformation in my life. When I entered the doors of A.A., alone and desperate, I had been beaten into willingness to believe anything I heard. One of the things I heard was, "This could be your last hangover, or you can keep going round and round." The man who said this obviously was a whole lot better off than 1.1 liked the idea of admitting defeat and I have been free ever since! My heart heard what my mind never could: "Being powerless over alcohol is no big deal." I'm free and I'm grateful!

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 24/04


24 DE ABRIL
 APRENDENDO A NOS AMAR

O alcoolismo significava solidão, embora estivéssemos cercados de pessoas que nos amavam... procuramos encontrar a segurança emocional dominando ou fazendo-nos dependentes dos outros... Ainda procuramos inutilmente obter segurança, através de alguma classe de dominação ou de dependência.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 252

            Quando fiz meu inventário pessoal, descobri que tinha relacionamentos doentios com muitas pessoas na minha vida; meus amigos e minha família, por exemplo. Eu sempre me sentia isolado e solitário. Bebia para entorpecer a dor emocional.
            Foi permanecendo sóbrio, tendo um bom padrinho e praticando os Doze Passos, que fui capaz de levantar minha baixa autoestima. Primeiro os Doze Passos me ensinaram a ser meu próprio melhor amigo e então, quando fui capaz de amar a mim mesmo, pude alcançar e amar os outros.
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Meditação do dia:
Não é o que sabemos ou não sabemos que dificulta nossa recuperação, mas o que pensamos ser a verdade, a realidade.”
(O Caminho dos Doze Passos – John E. Burns, p.82)

 Daily Reflection


APRIL 24
LEARNING TO LOVE OURSELVES


Alcoholism was a lonely business, even though we were surrounded by people who loved us . . . We were trying to find emotional security either by dominating or by being dependent upon others . . . We still vainly tried to be secure by some unhealthy sort of domination or dependence.
AS BILL SEES IT, p. 252


When I did my personal inventory I found that I had unhealthy relationships with most people in my life—my friends and family, for example. I always felt isolated and lonely. I drank to dull emotional pain.
    It was through staying sober, having a good sponsor and working the Twelve Steps that I was able to build up my low self-esteem. First the Twelve Steps taught me to become my own best friend, and then, when I was able to love myself, I could reach out and love others.
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 23/04


23 DE ABRIL
 A.A. NÃO É UM REMÉDIO PARA TODOS OS MALES

Seria falso orgulho acreditar-se que Alcoólicos Anônimos é um remédio para todos os males, mesmo para o alcoolismo.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 285

    Nos meus primeiros anos de sobriedade estava cheio de orgulho, pensando que A.A. era a única fonte de tratamento para uma vida boa e feliz. A.A. era certamente o ingrediente básico para minha sobriedade e, mesmo hoje, com cerca de doze anos de recuperação, estou muito envolvido em reuniões, apadrinhamento e serviço. Durante os quatro primeiros anos de minha recuperação, achei necessário procurar ajuda profissional porque minha saúde emocional estava precária. Existem aquelas pessoas que também encontraram sobriedade e felicidade em outras organizações. A.A. me ensinou que tinha a opção de fazer tudo o que fosse necessário para enriquecer minha sobriedade. A.A. pode não ser um remédio para todos os males, mas é o centro de minha vida sóbria.
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Meditação do dia:
O objetivo principal da hospitalização não é o de poupar os nossos candidatos da angústia de permanecerem sóbrios; seu verdadeiro objetivo é fazê-lo o mais receptivo possível ao nosso programa de A.A.”
(A Linguagem do Coração, p.61)


Daily Reflection


APRIL 23
A.A. IS NOT A CURE-ALL


It would be a product of false pride to claim that A. A. is a cure-all, even for alcoholism
AS BILL SEES IT, p. 285


In my early years of sobriety I was full of pride, thinking that A. A. was the only source of treatment for a good and happy life. It certainly was the basic ingredient for my sobriety and even today, with over twelve years in the program, I am very involved in meetings, sponsorship and service. During the first four years of my recovery, I found it necessary to seek professional help, since my emotional health was extremely poor. There are those folks too, who have found sobriety and happiness in other organizations. A.A. taught me that I had a choice: to go to any lengths to enhance my sobriety. A.A. may not be a cure-all for everything, but it is the center of my sober living.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 22/04


22 DE ABRIL
 SOLO NOVO... RAÍZES NOVAS

Tenho excelentes razões para saber como os momentos de percepção podem construir uma vida inteira de serenidade espiritual. As raízes da realidade, suplantando as ervas daninhas neuróticas, vão promover uma base firme, apesar do furacão das forças que nos destruiriam ou que poderíamos utilizar para destruirmos a nós mesmos.
 NA OPINIÃO DO BILL, p.173

   Vim para A.A. verde – um arbusto trêmulo com as raízes expostas. Foi por sobrevivência, mas foi um começo. Estiquei-me, desenvolvi-me, retorci-me, mas com a ajuda dos outros, e no seu devido tempo meu espírito brotou de suas raízes. Estava livre. Eu agia, murchava, refletia, rezava, reagia e, iluminado repentinamente voltei a entender. Das minhas raízes os braços do espírito se alongavam em rebentos, fortes e verdes se estendendo em direção ao céu.
    Aqui na terra, Deus, incondicionalmente, continua o legado do amor maior. Minha vida em A.A. colocou-me “sobre um novo terreno... onde se agarravam fortemente minhas raízes” (Alcoólicos Anônimos, p.35 ou p.42).
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Meditação do dia:
Não pode haver nenhuma humildade absoluta para nós, seres humanos. Na melhor das hipóteses, podemos apenas vislumbrar o significado e o esplendor desse ideal perfeito.”
(O Melhor de Bill, p.36)

 Daily Reflection


APRIL 22
NEW SOIL . . . NEW ROOTS


Moments of perception can build into a lifetime of spiritual serenity, as I have excellent reason to know, loots of reality, supplanting the neurotic underbrush, will hold fast despite the high winds of the forces which would destroy us, or which we would use to destroy ourselves.
AS BILL SEES IT, p. 173


I came to A.A. green—a seedling quivering with exposed taproots. It was for survival but it was a beginning. I stretched, developed, twisted, but with he help of others, my spirit eventually burst up from the roots. I was free. I acted, withered, went inside, prayed, acted again, understood anew, as one moment of perception struck. Up from my roots, spirit-arms lengthened into strong, green.hoots: high-springing servants stepping skyward.
   Here on earth God unconditionally continues the legacy of higher love. My A.A. life put me "on a different footing . . . [my] roots grasped a new soil" (Alcoholics Anonymous, p. 12).
 

terça-feira, 21 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A,: 21/04


21 DE ABRIL
 CULTIVANDO A FÉ

    Não penso que podemos fazer alguma coisa muito bem neste mundo, a não ser que nós a pratiquemos. E não acredito que nós façamos bem o programa de A.A. a não ser que pratiquemos.
    Devemos praticar... adquirir o espírito de serviço. Devemos tentar adquirir alguma fé, o que não é fácil fazer, especialmente para a pessoa que tem sido sempre muito materialista, seguindo o modelo da sociedade atual. Porém, penso que a fé pode ser, mesmo que lentamente, adquirida; ela precisa ser cultivada. Não foi fácil para mim e, suponho que é difícil para qualquer um...
 DR. BOB E OS BONS VETERANOS, p.307 e p.308 ou p.317 e p.318

      Muitas vezes o medo é a força que me impede de adquirir e cultivar o poder da fé. O medo bloqueia minha apreciação de beleza, tolerância, perdão, serviço e serenidade.
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Meditação do dia:
Agora posso aprender com as pessoas que surgem em minha vida e crescer com elas, sem exigir delas ou de mim mesma que se cumpram expectativas injustificadas.”
(A.A. para a Mulher, p.22)
 
 Daily Reflection


APRIL 21
CULTIVATING FAITH


"I don't think we can do anything very well in this world unless we practice it And I don't believe we do A.A. too well unless we practice it. . . . We should practice . . . acquiring the spirit of service. We should attempt to acquire some faith, which isn't easily done, especially for the person who has always been very materialistic, following the standards of society today. But I think faith can be acquired; it can be acquired slowly; it has to be cultivated. That was not easy for me, and I assume that it is difficult for everyone else. ..."
DR. BOB AND THE GOOD OLDTIMERS, pp. 307-08


Fear is often the force that prevents me from acquiring and cultivating the power of faith. Fear blocks my appreciation of beauty, tolerance, forgiveness, service, and serenity.
 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 20/04


20 DE ABRIL
 AUTOEXAME

... pedimos que Deus dirija nossos pensamentos, e especialmente que sejam divorciados de autopiedade, da desonestidade do egoísmo.
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.105 ou p.115

            Quando dita sinceramente, esta oração me ensina a ser realmente altruísta e humilde, pois, mesmo quando fazia boas ações, muitas vezes procurava aprovação e glória para mim mesmo.
            Examinando meus motivos em tudo que faço, posso prestar serviço a Deus e aos outros, ajudando-os a fazer o que eles desejam fazer. Quando coloco Deus responsável por meu pensamento, muitas preocupações desnecessárias são eliminadas e acredito que Ele me guia durante o transcurso do dia.
         Quando elimino pensamentos de autopiedade, desonestidade e de egocentrismo, encontro paz com Deus, com meus semelhantes e comigo mesmo.
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Meditação do dia:
Mas passou-se muito tempo antes que percebêssemos que podíamos ser ainda mais arruinados pelo orgulho espiritual.”
(O Melhor de Bill, p.36 e 37)


Daily Reflection


APRIL 20
SELF-EXAMINATION


. . . we ask God to direct our thinking, especially asking that it be divorced from self-pity, dishonest or self-seeking motives.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 86


When said sincerely, this prayer teaches me to be truly unselfish and humble, for even in doing good deeds I often used to seek approval and glory for myself. By examining my motives in all that I do, I can be of service to God and others, helping them do what they want to do. When I put God in charge of my thinking, much needless worry is eliminated and I believe He guides me throughout the day.
When I eliminate thoughts of self-pity, dishonesty and self-centeredness as soon as they enter my mind, I find peace with God, my neighbor and myself.


domingo, 19 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 19/04


19 DE ABRIL
 IRMÃOS EM NOSSOS DEFEITOS

Nós, alcoólicos recuperados, não somos tão irmãos nas virtudes como somos em nossos defeitos e em nossas lutas comuns para vencê-los.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 167

            A identificação que um alcoólico tem com outro é misteriosa, espiritual – quase incompreensível. Mas ela existe. Eu a “sinto”. Hoje, sinto que posso ajudar as pessoas e que elas podem me ajudar.
         É um sentimento novo e estimulante, para mim, preocupar-me com alguém; importar-me do que eles estão sentindo, esperando, rezando; saber de suas tristezas, de suas alegrias, de seus pesares, de suas dores; desejar compartilhar estes sentimentos para que alguém possa ter alívio. Nunca soube como fazer isto – ou como tentar fazê-lo. Nunca nem sequer me preocupei. A Irmandade de A.A. e Deus estão me ensinando a preocupar-me dos outros.
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Meditação do dia:
É o companheirismo existente em Alcoólicos Anônimos. Lá você encontrará alívio para a ansiedade, o tédio e as preocupações. Atiçará sua imaginação. Finalmente a vida fará sentido.”
(Alcoólicos Anônimos, p.166 ou p.180)


Daily Reflection

 APRIL 19
BROTHERS IN OUR DEFECTS


We recovered alcoholics are not so much brothers in virtue as we are brothers in our defects, and in our common strivings to overcome them
AS BILL SEES IT, p. 167


The identification that one alcoholic has with another is mysterious, spiritual—almost incomprehensible. But it is there. I "feel" it. Today I feel that I can help people and that they can help me. It is a new and exciting feeling for me to care for someone; to care what they are feeling, hoping for, praying for; to know their sadness, joy, horror, sorrow, grief; to want to share those feelings so that someone can have relief. I never knew how to do this—or how to try. I never even cared. The Fellowship of A.A., and God, are teaching me how to care about others.

sábado, 18 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 18/04


 
18 DE ABRIL
 HONESTIDADE PRÓPRIA

A decepção dos outros está quase sempre enraizada na decepção de nós mesmos... Quando somos honestos com uma outra pessoa, isso confirma que temos sido honestos conosco e com Deus.

NA OPINIÃO DO BILL, p.17

   Quando eu bebia, enganava a mim mesmo sobre a realidade, corrigindo-a para que fosse como eu queria. Enganar os outros é um defeito de caráter – mesmo exagerando um pouco a verdade ou retificando os meus motivos para que os outros pensem bem de mim. Meu Poder Superior pode remover este defeito de caráter, mas primeiro tenho que ajudar a tornar-me disposto a receber essa ajuda, não enganando mais ninguém. Preciso lembrar-me todo dia que ao enganar a mim mesmo estou me predispondo ao fracasso ou ao desapontamento na vida e em Alcoólicos Anônimos. Um íntimo e honesto relacionamento com um Poder Superior é a única base sólida que encontrei para ser honesto comigo e com os outros.
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Meditação do dia:
No entanto, esse pequeno fragmento de virtude facilmente conquistado gerou algumas responsabilidades interessantes.”
(O Melhor de Bill, p.24)


Daily Reflection




APRIL 18
SELF-HONESTY


The deception of others is nearly always rooted in the deception of ourselves. . . When we are honest with another person, it confirms that we have been honest with ourselves and with God.
AS BILL SEES IT, p. 17


When I was drinking, I deceived myself about reality, rewriting it to what I wanted it to be. Deceiving others is a character defect—even if it is just stretching the truth a bit or cleaning up my motives so others would think well of me. My Higher Power can remove this character defect, but first I have to help myself become willing to receive that help by not practicing deception. I need to remember each day that deceiving myself about myself is setting myself up for failure or disappointment in life and in Alcoholics Anonymous. A close, honest relationship with a Higher Power is the only solid foundation I've found for honesty with self and with others.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 17/04


17 DE ABRIL
 AMOR E MEDO COMO OPOSTOS

Todas estas falhas geram o medo, uma doença da alma em si.

OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p.42

            “O medo bate à porta; a fé atende; nada estava ali.”
         Não sei a quem esta citação deva ser atribuída, mas ela certamente indica muito claramente que o medo é uma ilusão.
           Eu mesmo crio a ilusão.
          Em minha juventude eu experimentei o medo e erradamente pensava que sua mera presença fazia de mim um covarde.
           Não sabia que uma das definições de “coragem” é a “disposição de fazer as coisas apesar do medo.” “Coragem”, portanto, não é necessariamente a ausência do medo.
         Durante as horas em que eu não tinha amor na minha vida, com certeza tinha medo. Ter medo de Deus é ter medo da alegria. Olhando para trás, percebo que durante as horas em que mais temia a Deus, não havia alegria em minha vida. Quando aprendi a não temer a Deus, também aprendi a experimentar a alegria.
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Meditação do dia:
A conquista da libertação do medo é uma tarefa para toda a vida; é algo que nunca termina.”
(Na Opinião do Bill, p.263)


Daily Reflection


APRIL 17
LOVE AND FEAR AS OPPOSITES


All these failings generate fear, a soul-sickness in its own right.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 49


"Fear knocked at the door; faith answered; no one was there." I don't know to whom this quote should be attributed, but it certainly indicates very clearly that fear is an illusion. I create the illusion myself. I experienced fear early in my life and I mistakenly thought that the mere presence of it made me a coward. I didn't know that one of the definitions of "courage" is "the willingness to do the right thing in spite of fear." Courage, then, is not necessarily the absence of fear.
     During the times I didn't have love in my life I most assuredly had fear. To fear God is to be afraid of joy. In looking back, I realize that, during the times I feared God most, there was no joy in my life. As I learned not to fear God, I also learned to experience joy.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 16/04


16 DE ABRIL
 IRA: UM “LUXO DUVIDOSO”

Se quiséssemos viver, era preciso livrar-nos da ira. A zanga e os acessos violentos de loucura não eram para nós. Poderá ser um luxo duvidoso para os homens normais, mas para os alcoólicos estas coisas são veneno.
 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p.87 ou p.96

   “Luxo duvidoso”. Quantas vezes tenho me lembrado destas palavras. Não é apenas a raiva que é melhor deixar com os não alcoólicos; fiz uma lista que inclui ressentimento justificável, autopiedade, autojulgamento, farisaísmo, falso orgulho e falsa humildade. Sou sempre surpreendido ao ler a citação real. Os princípios do programa foram martelados tão bem em mim que continuo pensando que todos estes defeitos estão marcados também.
   Dou graças a Deus que eu não possa me dar ao luxo de tê-los – ou eu, seguramente, me entregaria a eles.
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Meditação do dia:
A raiva farisaica também pode ser muito agradável. De um modo perverso, podemos até sentir prazer pelo fato de muitas pessoas nos aborrecerem, pois isso nos traz uma cômoda sensação de superioridade.”
(Na Opinião do Bill, p.153)



Daily Reflection
 
 APRIL 16
ANGER: A "DUBIOUS LUXURY"


If we were to live, we had to be free of anger. The grouch and the brainstorm were not for us. They may be the dubious luxury of the normal men, but for alcoholics these things are poison.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 66


"Dubious luxury." How often have I remembered those words. It's not just anger that's best left to nonalcoholics; I built a list including justifiable resentment, self-pity, judgmentalism, self-righteousness, false pride and false humility. I'm always surprised to read the actual quote. So well have the principles of the program been drummed into me that I keep thinking all of these defects are listed too.
   Thank God I can't afford them—or I surely would indulge in them.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.:15/04


15 DE ABRIL
 A ESCRAVIDÃO DOS RESSENTIMENTOS

...esse negócio de ressentimento é infinitamente grave, porque quando estamos abrigando estes sentimentos nos afastamos da luz do espírito.
 NA OPINIÃ0 DO BILL, p.5

   Foi dito “Raiva é um luxo ao qual não posso me permitir”.
   Sugere isto que eu ignore esta emoção  humana? Acredito que não. Antes de conhecer o programa de A.A., eu era um escravo dos moldes de comportamento do alcoolismo. Estava acorrentado à negatividade, sem esperança de soltar-me.
   Os Passos me ofereceram uma alternativa. O Quarto Passo é o início do final da minha escravidão. O processo de “soltar-se” começa com um inventário. Não preciso ficar assustado, porque os Passos anteriores me garantem que não estou sozinho. Meu poder Superior me guia até esta porta e me dá a dádiva da escolha. Hoje posso escolher abrir a porta para a liberdade e alegrar-me na luz dos Passos, uma vez que purificam o espírito dentro de mim.
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Meditação do dia:
É evidente que uma vida que inclui profundos ressentimentos só leva à futilidade e à infelicidade.”
(Alcoólicos Anônimos, p.87 ou p.95)


Daily Reflection


APRIL 15
THE BONDAGE OF RESENTMENTS


. . . harboring resentment is infinitely grave. For then we shut ourselves off from the sunlight of the spirit.
AS BILL SEES IT, p. 5


It has been said, "Anger is a luxury I cannot afford." Does this suggest I ignore this human emotion? I believe not. Before I learned of the A.A. program, I was a slave to the behavior patterns of alcoholism. I was chained to negativity, with no hope of cutting loose.
The Steps offered me an alternative. Step Four was the beginning of the end of my bondage. The process of "letting go" started with an inventory. I needed not be frightened, for the previous Steps assured me I was not alone. My Higher Power led me to this door and gave me the gift of choice. Today I can choose to open the door to freedom and rejoice in the sunlight of the Steps, as they cleanse the spirit within me.


terça-feira, 14 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 14/04


14 DE ABRIL
 O PRINCIPAL CULPADO

O ressentimento é o principal culpado. Destrói mais alcoólicos do que qualquer outra coisa. Dele nasce toda forma de doença espiritual, pois somos doentes não só física e mentalmente mas também espiritualmente.
 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 85 ou 93

   Quando me olho praticando o Quarto Passo, é fácil achar desculpas para os erros que fiz, porque posso vê-los facilmente como uma questão de “desforra” de um erro feito contra mim. Se continuo a reviver minha velha dor, isto é um ressentimento, e ressentimentos bloqueiam a luz do sol para minha alma. Se continuo a reviver as dores e ódios, irei machucar e odiar a mim mesmo. Após anos na escuridão dos ressentimentos, encontrei a luz do sol. Devo libertar-me dos ressentimentos, não posso me permitir o luxo de conservá-los.
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Meditação do dia:
Eu não estava muito bem, na época, e fui atormentado por ondas de autopiedade e ressentimento. Isto quase me levava, às vezes, de volta à bebida, mas logo descobri que, quando todas as outras providências falhavam, o trabalho junto a outro alcoólico salvava meu dia.”
(Alcoólicos Anônimos, p.38 ou 45)

Daily Reflection


APRIL 14
THE "NUMBER ONE OFFENDER"


Resentment is the "number one" offender. It destroys more alcoholics than anything else. From it stem all forms of spiritual disease, for we have been not only mentally and physically ill, we have been spiritually sick.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 64


As I look at myself practicing the Fourth Step, it is easy to gloss over the wrong that I have done, because I can easily see it as a question of "getting even" for a wrong done to me. If I continue to relive my old hurt, it is a resentment and resentment bars the sunlight from my soul. If I continue o relive hurts and hates, I will hurt and hate myself. After years in the dark of resentments, I have bund the sunlight. I must let go of resentments; I cannot afford them.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A,: 13/04


13 DE ABRIL
 O FALSO CONFORTO DA AUTOPIEDADE

   A autopiedade é um dos mais infelizes e desgastantes defeitos que conhecemos. É um entrave a todo progresso espiritual e pode interromper toda comunicação eficiente com nossos semelhantes, por causa de sua excessiva exigência de atenção e simpatia.
   É uma forma piegas de martírio ao qual nos damos ao luxo, de maneira doentia.

NA OPINIÃO DO BILL, p. 238

  O falso conforto da autopiedade me esconde da realidade somente momentaneamente e então exige, como uma droga, que eu tome doses cada vez maiores. Se eu sucumbir a isto, pode me levar a uma recaída na bebida. O que posso fazer? Um antídoto certo é voltar minha atenção, mesmo que levemente no início, para aqueles que realmente são menos afortunados do que eu, de preferência outros alcoólicos. No mesmo grau que demonstro ativamente minha empatia por eles, diminuirei meu próprio sofrimento exagerado.
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Meditação do dia:
Não há palavras que possam descrever a solidão e o desespero que me dominavam naquele amargo pântano de autopiedade. Tudo ao meu redor era areia movediça.. Eu havia encontrado um adversário imbatível. Eu fora dominado. O álcool era meu senhor.”
(Alcoólicos Anônimos, p.31 ou p.38)


Daily Reflection


APRIL 13
THE FALSE COMFORT OF SELF-PITY


Self-pity is one of the most unhappy and consuming defects that we know. It is a bar to all spiritual progress and can cut off all effective communication with our fellows because of its inordinate demands for attention and sympathy. It is a maudlin form of martyrdom, which we can ill afford.
AS BILL SEES IT, p. 238


The false comfort of self-pity screens me from reality only momentarily and then demands, like a drug, that I take an ever bigger dose. If I succumb to this it could lead to a relapse into drinking. What can I do? One certain antidote is to turn my attention, however slightly at first, toward others who are genuinely less fortunate than I, preferably other alcoholics. In the same degree that I actively demonstrate my empathy with them, I will lessen my own exaggerated suffering.


domingo, 12 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 12/04


12 DE ABRIL
 ABANDONANDO A INSANIDADE


 ... no que diz respeito ao álcool, inexplicavelmente, éramos loucos.


 ALCOÓLICOS ANÔNIMOS, p. 60 ou p. 67


  O alcoolismo requeria de mim que eu bebesse, quer desejasse ou não. Insanidade dominava minha vida e era a essência da doença. Ela me roubava a liberdade de escolha para beber e, portanto, me tirava todas as outras opções. Quando bebia era incapaz de fazer escolhas efetivas em qualquer aspecto de minha vida e esta ficava sem controle.
   Peço a Deus para me ajudar a entender e aceitar o significado total da doença do alcoolismo.
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Meditação do dia:
A primeira condição para sair disso é tomar consciência do que está acontecendo (…) sem dúvida trata-se de um ponto que tem que ser constantemente salientado. 'Que é que estou fazendo?' é uma das melhores perguntas que podemos nos propor no decorrer do dia.”
(Oração da Serenidade – Philip St. Romain, p.44)


Daily Reflection

APRIL 12
GIVING UP INSANITY


. . . where alcohol has been involved, we have been strangely insane.
ALCOHOLICS ANONYMOUS, p. 38


Alcoholism required me to drink, whether I wanted to or not. Insanity dominated my life and was the essence of my disease. It robbed me of the freedom of choice over drinking and, therefore, robbed me of all other choices. When I drank, I was unable to make effective choices in any part of my life and life became unmanageable.
     I ask God to help me understand and accept the fullmeaning of the disease of alcoholism.

sábado, 11 de abril de 2015

Reflexõles Diárias de A.A.: 11/04


11 DE ABRIL
 UMA PALAVRA PARA ELIMINAR: “CULPA”

Geralmente demorava bastante para percebermos como as nossas emoções descontroladas nos vitimavam. Notávamos logo nos outros, mas só muito vagarosamente em nós. Antes de mais nada, era preciso confessar que tínhamos muitos defeitos, mesmo que esta admissão fosse dolorosa e humilhante. No tocante às outras pessoas, tivemos de eliminar a palavra “culpa” de nosso vocabulário e nossos pensamentos.
OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 41
 
     Quando fiz meu Quarto Passo, seguindo as sugestões do Livro Grande, notei que minha lista de ressentimentos estava cheia de meus preconceitos e de culpar os outros por não ser capaz de ter sucesso e não aproveitar plenamente meus talentos. Também descobri que me sentia diferente por ser negro. À medida que continuei a praticar o Passo, aprendi que sempre tinha bebido para me livrar desses sentimentos. Somente quando fiquei sóbrio e trabalhei o meu inventário foi que eu não pude culpar mais ninguém.
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Meditação do dia:
Eu poderia sugerir que você desse uma olhada no excessivo sentimento de culpa (…). Um certo pesar pelo que aconteceu é razoável. Mas sentimento de culpa, não.”
(Na Opinião do Bill, p. 68)


Daily Reflection


APRIL 11
A WORD TO DROP: "BLAME"


To see how erratic emotions victimized us often took a long time. We could perceive them quickly in others, but only slowly in ourselves First of all, we had to admit that we had many of these defects, even though such disclosures were painful and humiliating. Where other people were concerned, we had to drop the word "blame" from our speech and thought
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 47


When I did my Fourth Step, following the Big Book guidelines, I noticed that my grudge list was filled with my prejudices and my blaming others for my not being able to succeed and to live up to my potential. I also discovered I felt different because I was black. As I continued to work on the Step, I learned that I always had drunk to rid myself of those feelings. It was only when I sobered up and worked on my inventory, that I could no longer blame anyone.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 10/04


10 DE ABRIL
 CRESCENDO

A essência de todo crescimento é uma disposição de mudar para melhor e uma disposição incansável de aceitar qualquer responsabilidade que essa mudança implique.
NA OPINIÃO DO BILL, p. 115

  Algumas vezes quando me torno disposto a fazer o que deveria fazer o tempo todo, desejo louvor e reconhecimento. Não percebo que quanto mais estiver disposto a agir de uma maneira diferente, mais excitante é a minha vida. Quando mais estou disposto a ajudar os outros, mais recompensa recebo. Isto é o que a prática dos princípios significa para mim. Alegria e benefícios para mim estão na disposição de fazer as ações, não em obter resultados imediatos. Sendo um pouco mais amável, um pouco menos agressivo e um pouco mais amoroso, faz com que minha vida seja melhor – dia a dia.
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Meditação do dia:
Os sintomas mais comuns de insegurança emocional são a preocupação, a ira, a autopiedade e a depressão. Estas nascem de causas que, às vezes, parecem estar dentro de nós e, outras, vir de fora. Para o inventário nesse sentido, deveríamos considerar cuidadosamente todas as nossas relações pessoais das quais sempre decorrem problemas.”
(Os Doze Passos e as Doze Tradições, p.45)






Daily Reflection



APRIL 10
GROWING UP


The essence of all growth is a willingness to change for the better and then an unremitting willingness to shoulder whatever responsibility this entails.
AS BILL SEES IT, p. 115


Sometimes when I've become willing to do what I should have been doing all along, I want praise and recognition. I don't realize that the more I'm willing to act differently, the more exciting my life is. The more I am willing to help others, the more rewards I receive. That's what practicing the principles means to me. Fun and benefits for me are in the willingness to do the actions, not to get immediate results. Being a little kinder, a little slower to anger, a little more loving makes my life better— day by day.



quinta-feira, 9 de abril de 2015

reflexões Diárias de A.A.: 09/04




9 DE ABRIL
 LIBERDADE DO “REI ÁLCOOL”

...não vamos supor nem mesmo por um instante, que não estamos sob coação. Na verdade, estamos sob uma enorme sujeição... Nosso antigo tirano, o “Rei Álcool”, está sempre pronto para nos agarrar. Portanto, a libertação do álcool é o grande “dever” que tem que ser alcançado: caso contrário chegaremos à loucura ou à morte.
 NA OPINIÃO DO BILL, p. 134

  Quando bebia eu vivia preso espiritualmente, emocionalmente e às vezes fisicamente. Tinha construído minha prisão com barras de teimosia e indulgência, das quais não podia escapar. Ocasionalmente passava por períodos secos que pareciam prometer liberdade, mas que se tornavam apenas esperanças de um indulto. A verdadeira fuga requer uma disposição para seguir as ações corretas para abrir a fechadura. Com disposição e ação, tanto as barras como a fechadura abrem-se por si mesmas para mim. Boa vontade e ação contínua me mantêm livre – numa espécie de liberdade condicional diária – que nunca termina.
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Meditação do dia:

Eu não conseguia diferenciar uma moeda boa de outra ruim; era uma fundição de ouro em tijolos da pior espécie. Lamentarei para sempre os prejuízos que causei às pessoas ao meu redor.”
(O Melhor de Bill, p.41)






Daily Reflection


APRIL 9
FREEDOM FROM "KING ALCOHOL"


. . . let us not suppose even for an instant that we are not under constraint. . . . Our former tyrant, King Alcohol, always stands ready again to clutch us to him Therefore, freedom from alcohol is the great "must" that has to be achieved, else we go mad or die.
AS BILL SEES IT, p. 134


When drinking, I lived in spiritual, emotional, and sometimes, physical confinement. I had constructed my prison with bars of self-will and self-indulgence, from which I could not escape. Occasional dry spells that seemed to promise freedom would turn out to be little more than hopes of a reprieve. True escape required a willingness to follow whatever right actions were needed to turn the lock. With that willingness and action, both the lock and the bars themselves opened for me. Continued willingness and action keep me free—in a kind of extended daily probation—that need never end.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 08/04


8 DE ABRIL
UMA VISTA POR DENTRO

Queremos descobrir exatamente como, quando e onde nossos desejos naturais nos deformaram. Queremos olhar de frente a infelicidade que isto causou aos outros e a nós mesmos. Descobrindo quais são as nossas deformidades emocionais, poderemos nos encaminhar em direção à sua correção.
 OS DOZE PASSOS E AS DOZE TRADIÇÕES, p. 37

     Hoje não sou mais um escravo do álcool, porém, de muitas maneiras a escravidão ainda ameaça meu ego, meus desejos e até mesmo meus sonhos. Ainda que sem sonhos eu não possa existir; sem sonhos não há nada que me impulsione para a frente.
       Devo olhar para dentro de mim mesmo, para libertar-me.
       Devo pedir a força de Deus para encarar a pessoa que mais temo, meu eu verdadeiro, a pessoa que Deus criou para ser eu mesmo. A não ser que possa ou até que faça isto, estarei sempre fugindo e nunca serei realmente livre. Peço a Deus, diariamente, que me mostre a liberdade!
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Meditação do dia:
Reviramos então uma única moeda – apenas uma – na qual se lê: 'Eu sou o próprio Demônio' ”
(O Melhor de Bill, p. 39)




Daily Reflection


APRIL 8
AN INSIDE LOOK


We want to find exactly how, when, and where our natural desires have warped us We wish to look squarely at the unhappiness this has caused others and ourselves By discovering what our emotional deformities are, we can move toward their correction.
TWELVE STEPS AND TWELVE TRADITIONS, p. 43


Today I am no longer a slave to alcohol, yet in so many ways enslavement still threatens—my self, my desires, even my dreams. Yet without dreams I cannot exist; without dreams there is nothing to keep me moving forward.
    I must look inside myself, to free myself. I must call upon God's power to face the person I've feared the most, the true me, the person God created me to be. Unless I can or until I do, I will always be running, and never be truly free. I ask God daily to show me such a freedom!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Reflexões Diárias de A.A.: 07/04


7 DE ABRIL

UM GRANDE ARCO DE GRATIDÃO

E, falando pelo Dr. Bob e por mim mesmo, declaro com gratidão que se não fossem nossas esposas, Anne e Lois, nenhum de nós poderia ter vivido para ver o começo de Alcoólicos Anônimos.
NA OPINIÃO DO BILL, P.67

    Sou capaz de tributo tão generoso e gratidão para com minha mulher, parentes e amigos, sem o apoio dos quais nunca poderia ter sobrevivido para alcançar as portas de A.A.? Tentarei trabalhar isto e tentarei ver o plano que meu Poder Superior está me mostrando quando ligou nossas vidas.
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Meditação do dia:

Cuidastes incansavelmente de nossas feridas; nos nutrimos com a tua extraordinária compreensão e teu inigualável amor. Estas serão as maiores dádivas da graça que jamais poderemos ter.”
(A Linguagem do Coração, p.444)


Daily Reflection


APRIL 7
A WIDE ARC OF GRATITUDE


And, speaking for Dr. Bob and myself, I gratefully declare that had it not been for our wives, Anne and Lois, neither of us could have lived to see A.A.'s beginning.
THE A.A. WAY OF LIFE, p. 67


Am I capable of such generous tribute and gratitude to my wife, parents and friends, without whose support I might never have survived to reach A.A.'s doors? I will work on this and try to see the plan my Higher Power is showing me which links our lives together.